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História dos Balões

Livro 1

de Rómulo de Carvalho
Editor: Relógio D'Água, abril de 1991 ‧
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Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para apoio a projetos relacionados com Temas Científicos no 3º ciclo de escolaridade e para Leitura Autónoma no Ensino Secundário.

Ao Leitor: É possível que algum frequentador das bancas das livrarias se surpreenda ao poisar os olhos neste livro, porventura recordando tê-lo visto, ou até talvez lido, na sua juventude, há umas dezenas de anos. O livrinho saiu, em 1ª edição, em 1953, em Coimbra, fazendo parte de uma colecção que se intitulava «Ciência para Gente Nova», e teve, nos anos seguintes, mais duas edições. Esse volume, e os outros de que fui autor na mesma coleção, pretenderam dar voz pública ao gosto pessoal de exaltar a imaginação dos jovens com os exemplos dos homens de Ciência, modestos alguns, nomes eternos outros. Os jovens de então gostaram e eu fiquei contente por os ter auxiliado. Hoje os tempos são outros. As solicitações a que os jovens estão sujeitos são bem diferentes das daquele tempo em que amavelmente convivemos no decurso das aulas. Restará neles algum interesse pelas histórias dos balões, dos telefones, da energia nuclear, e de outras do mesmo género? A "Relógio D'Água" responde que sim. Ainda bem. Os balões, que se preveja, não têm nenhum futuro de progresso à sua frente. São uma história com princípio, meio e fim. Mas outras, da mesma colecção, ocupam-se de assuntos, como a energia nuclear, que têm sido campo de progressos constantes. O leitor dessas histórias deverá entender que elas estão datadas, que foram escritas num dado ano e que, portanto, ignoram tudo o que se passou depois. É como se estudássemos a História de Portugal desde o seu início e nos ficássemos pela primeira dinastia. Sempre valeria a pena.
Rómulo de Carvalho

História dos Balões

de Rómulo de Carvalho

Propriedade Descrição
ISBN: 9789727081530
Editor: Relógio D'Água
Data de Lançamento: abril de 1991
Idioma: Português
Dimensões: 137 x 209 x 7 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 112
Tipo de produto: Livro
Coleção: Ciência
Classificação Temática: Livros em Português > Ciências Exatas e Naturais > Outras Ciências
Livros em Português > Ciências Sociais e Humanas > Outros
EAN: 9789727081530
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

Grande resumo sobre a Balonagem

Guilherme Godinho

Balonagem: ato de balonar. A história da humanidade está cheia de mitos e relatos de seres humanos que desafiaram a gravidade, a condição humana, a religião e a política para tentarem voar. Se muitos se ficaram pela teoria, tantos outros passaram mesmo à prática. Neste livro, Rómulo de Carvalho (também conhecido pelo seu pseudónimo poético de António Gedeão) faz um resumo de toda a história dos balões.

SOBRE O AUTOR

Rómulo de Carvalho

Rómulo Vasco da Gama Carvalho nasceu em Lisboa em 1906 e faleceu na mesma cidade, em 1997.
Poeta, autor dramático, cientista e historiador, formado em Ciências Físico-Químicas pela Universidade do Porto. Com o seu nome próprio, Rómulo de Carvalho é autor de numerosos volumes de divulgação da cultura científica, publicados, nos anos 50 e 60, na colecção "Ciência para gente nova", da Atlântida nos anos 70, nos "Cadernos de iniciação científica", da Sá da Costa, a que seguiriam nas décadas posteriores vários manuais escolares. Ainda neste domínio, desenvolveu trabalhos de investigação sobre a história da ciência em Portugal. Como poeta, sob o pseudónimo de António Gedeão, é contemporâneo da geração de "Presença", mas só se revelou na segunda metade do século, sendo saudado, no momento da sua revelação, por David Mourão-Ferreira como uma voz "inteiramente nova" no panorama poético dos anos 50 (cf. Vinte Poetas Contemporâneos , 2.a ed., Lisboa, Ática, 1980, pp. 149-153). Para essa originalidade concorriam, entre outros traços, a incorporação das tradições do primeiro e segundo modernismos, a opção por um estilo rigorosamente cadenciado e ritmado, a expressão da inquietação e angústia colectivas do Homem do pós-guerra ou o recurso frequente a uma terminologia ou imagística provenientes do domínio científico. Jorge de Sena (cf. estudo introdutório à segunda edição de Poesias Completas , Lisboa, Portugália, 1968) e Fernando J. B. Martinho (cf. Tendências Dominantes da Poesia Portuguesa da Década de 50 , Lisboa, Colibri, 1996, pp. 428-433) assinalam na poesia de António Gedeão a recorrência de dispositivos retóricos que permitem considerar no âmbito de um neobarroquismo a poesia do autor de Movimento Perpétuo.
Vários dos seus poemas foram também divulgados através da música, como, por exemplo, Calçada de Carriche, Fala do Homem Nascido, Lágrima de Preta e Pedra Filosofal , tendo este último, composto e cantado por Manuel Freire, obtido um sucesso invulgar.

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