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Física No Dia-a-Dia

de Rómulo de Carvalho; Ilustração: Gil Perdigão

editor: Relógio D'Água, março de 2013
Respostas simples a perguntas que nunca nos fizemos
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«Rómulo de Carvalho veio recordar-nos, mais uma vez, como a Física também é quotidiana. A sua obra de divulgação científica, agora em reedição, ocupa um lugar destacado na história da divulgação em Portugal.»
Do prefácio

Física No Dia-a-Dia

de Rómulo de Carvalho; Ilustração: Gil Perdigão

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896413392
Editor: Relógio D'Água
Data de Lançamento: março de 2013
Idioma: Português
Dimensões: 137 x 209 x 18 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 354
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > Ciências Exatas e Naturais > Física
EAN: 9789896413392
e e e e e

Interessante

Paula

Livro interessante, para leigos. Que se interessam pelo mundo à nossa volta.

e e e e e

Um professor incrivel

Rui Carreira

Muito interessante, até dá gosto reler. Grande grande professor.

e e e e e

Livro muito bom para todos!

Isabel Freitas

Bom livro para ler nas férias e ideal para público em geral, sobretudo porque nos mostra que a Física está lá, em todo o lado.

Rómulo de Carvalho

Rómulo Vasco da Gama Carvalho nasceu em Lisboa em 1906 e faleceu na mesma cidade, em 1997.
Poeta, autor dramático, cientista e historiador, formado em Ciências Físico-Químicas pela Universidade do Porto. Com o seu nome próprio, Rómulo de Carvalho é autor de numerosos volumes de divulgação da cultura científica, publicados, nos anos 50 e 60, na colecção "Ciência para gente nova", da Atlântida nos anos 70, nos "Cadernos de iniciação científica", da Sá da Costa, a que seguiriam nas décadas posteriores vários manuais escolares. Ainda neste domínio, desenvolveu trabalhos de investigação sobre a história da ciência em Portugal. Como poeta, sob o pseudónimo de António Gedeão, é contemporâneo da geração de "Presença", mas só se revelou na segunda metade do século, sendo saudado, no momento da sua revelação, por David Mourão-Ferreira como uma voz "inteiramente nova" no panorama poético dos anos 50 (cf. Vinte Poetas Contemporâneos , 2.a ed., Lisboa, Ática, 1980, pp. 149-153). Para essa originalidade concorriam, entre outros traços, a incorporação das tradições do primeiro e segundo modernismos, a opção por um estilo rigorosamente cadenciado e ritmado, a expressão da inquietação e angústia colectivas do Homem do pós-guerra ou o recurso frequente a uma terminologia ou imagística provenientes do domínio científico. Jorge de Sena (cf. estudo introdutório à segunda edição de Poesias Completas , Lisboa, Portugália, 1968) e Fernando J. B. Martinho (cf. Tendências Dominantes da Poesia Portuguesa da Década de 50 , Lisboa, Colibri, 1996, pp. 428-433) assinalam na poesia de António Gedeão a recorrência de dispositivos retóricos que permitem considerar no âmbito de um neobarroquismo a poesia do autor de Movimento Perpétuo.
Vários dos seus poemas foram também divulgados através da música, como, por exemplo, Calçada de Carriche, Fala do Homem Nascido, Lágrima de Preta e Pedra Filosofal , tendo este último, composto e cantado por Manuel Freire, obtido um sucesso invulgar.

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