10% de desconto

Fascism And Democracy

de George Orwell
idioma: inglês
Editor: PENGUIN BOOKS LTD, Janeiro de 2020 ‧
4,04€
10% DESCONTO CARTÃO
Venda o seu livro
'The feeling that the very concept of objective truth is fading out of the world ... this prospect frightens me much more than bombs'

On the 70th anniversary of George Orwell's death, a new collection of his brilliant essays written during the Second World WarFascism and Democracy collects five brilliant examples of Orwell's writing during the darkest days of World War Two. Grappling with the principles of democracy and the potential of reform, the meaning of literature and free speech in times of violence, and the sustainability of objective truth, Orwell offers a compelling portrayal of a nation where norms and ideals can no longer be taken for granted.

Like the best of Orwell's writing, these essays also serve as timeless reminders of the fragility of freedom.

Fascism And Democracy

de George Orwell

Propriedade Descrição
ISBN: 9780241455678
Editor: PENGUIN BOOKS LTD
Data de Lançamento: Janeiro de 2020
Idioma: Inglês
Dimensões: 110 x 180 x 2 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 48
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Inglês > Literatura > Ensaios
Livros em Inglês > Outros
EAN: 9780241455678

Identificação do fascismo

Crisóstomo Teixeira

Pequeno texto, utilizando informação corrente e bom senso britânico para identificar a emergência do fenômeno fascista. Obra com mais de 70 anos, apresenta um método ainda hoje valioso.

Curto mas muito bem escrito

Tiago Pinto

Um pequeno ensaio onde Orwell alerta para a ascensão do fascismo e critica a passividade democrática perante regimes autoritários. Defende que a democracia só sobrevive se os cidadãos compreenderem o perigo real do fascismo e estiverem dispostos a defender liberdade, transparência e responsabilidade política de forma ativa.

Reflexões de uma democracia em risco

Nicole

Uma leitura curta mas poderosa que continua relevante nos dias de hoje. O livro é pequeno mas o conteúdo é denso e provocador com 5 ensaios escritos por Orwell. Há uma reflexão sobre os perigos do fascismo, a fragilidade da democracia e a importância da verdade num mundo em conflito. Não é preciso ser especialista em política para apreciar, basta ter curiosidade e vontade de entender melhor os desafios que enfrentamos em sociedade.

SOBRE O AUTOR

George Orwell

Nascido em junho de 1903, no início de um século marcado por duas guerras mundiais, o estalinismo e o nazismo, George Orwell resume na sua obra os sonhos e pesadelos do mundo ocidental nesse período.
Nasceu Eric Arthur Blair em Motihari, na Índia Britânica. O pai era um funcionário subalterno inglês e a mãe tinha origem francesa.
Após o regresso dos pais a Inglaterra, estudou na escola Henley-on-Thames, onde se distinguiu pela relativa pobreza e pelo brilhantismo intelectual.
Frequentou depois duas importantes escolas inglesas, Wellington e Eton College, onde teve como colegas Cyril Connolly e Anthony Powell. Aldous Huxley foi seu professor. Mais tarde Orwell resumiu essa experiência como "cinco anos num banho tépido de snobismo". Mas foi nessa época que conheceu duas obras que o influenciaram, A Ilha do Doutor Moreau, de H. G. Wells, e O Tacão de Ferro, de Jack London.
Ao abandonar Eton, decidiu não ir para Oxford e entrar na polícia birmanesa, embarcando para as Índias. Nos cinco anos que se seguiram, descobriu a realidade do imperialismo e recolheu material para Dias Birmaneses e para ensaios tão originais como "Matar Um Elefante" e "Um Enforcamento".
Regressado à Europa, frequentou os bairros pobres de Londres, instalando-se em Paris na Primavera de 1928. Atingido por uma pneumonia, foi internado num hospital, cujas condições terríveis inspiraram o ensaio "Como Morrem os Pobres". A convivência com os pobres e os vagabundos forneceu-lhe material para Na Penúria em Paris e em Londres, que publicou em 1933 com o pseudónimo George Orwell.
Em 1936, o Left Book Club propôs-lhe escrever um livro sobre as condições dos operários no Norte do país. Partilhou a vida dos mineiros e confirmou as suas convicções socialistas. Escreveu numerosos artigos numa abordagem que considerava "semi-sociológica", casou com Eileen O'Shaughnessy e correspondeu-se com Henry Miller, que apreciava a sua obra e ironizava com o seu idealismo. Em 1937, decidiu combater em Espanha ao lado dos republicanos, mas, em vez de se juntar às Brigadas Internacionais, ingressou na milícia do POUM, um grupo marxista heterodoxo, lutando na frente de Aragão. Foi ferido, assistindo na convalescência à eliminação pelo Partido Comunista, apoiado pela URSS, das milícias anarquistas e do POUM. Descreveu essa experiência em Homenagem à Catalunha (1938), que lhe valeu inúmeras calúnias.
Em 1939, começou por se opor à participação da Grã-Bretanha na guerra, mas depressa se voltou contra os pacifistas, acusando-os de fazerem o jogo de Hitler. A partir de 1940, fez crítica teatral e de cinema, colaborou na Partisan Review e escreveu notáveis ensaios literários sobre Dickens, Tolstoi e Shakespeare. Em 1942-43, trabalhou para o serviço indiano da BBC, uma experiência que acabaria por o dececionar.
Em 1945, publicou Rebelião na Quinta, que, com Mil Novecentos e Oitenta e Quatro, seria um libelo contra o totalitarismo estalinista que ameaçava a Europa. Em junho de 1944, o seu apartamento foi destruído nos bombardeamentos de Londres.
Em 1945, após a derrota de Hitler, foi correspondente do Observer em França e na Alemanha. Foi nesse período que a sua mulher faleceu durante uma operação. Em 1948, terminou Mil Novecentos e Oitenta e Quatro, escrito ao longo de vinte e sete meses, marcados por internamentos em sanatórios por causa da tuberculose.
Em outubro de 1949, casou com Sonia Brownell. Morreu no ano seguinte. Tinha 46 anos.

(ver mais)

DO MESMO AUTOR

QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU