Eusébio Macário | A Corja

de Camilo Castelo Branco
Editor: INCM – Imprensa Nacional Casa da Moeda, março de 2021 ‧
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«Eusébio Macário: Primeiro dos «romances facetos», livro povoado por gente sem brios, porém castigando-a menos do que as veleidades moralizadoras da literatura. Quanto a brios, persistem, e é muitíssimo, os da comédia feroz. A Corja: Segunda arremetida da ferocidade de Eusébio Macário, e o último da «interminável» série dos «romances facetos»: regressam as croias e os patifes, comendadores e barões, muitos brasileiros, mas o relevo é todo das mulheres, certas mulheres, Custódia, Felícia, a Eugénia Troncha…»
Abel Barros Baptista da contracapa.

Edição de Ângela Correia, Patrícia Franco e Mafalda Pereira
Coordenação de Ivo Castro.

Eusébio Macário | A Corja

de Camilo Castelo Branco

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722728850
Editor: INCM – Imprensa Nacional Casa da Moeda
Data de Lançamento: março de 2021
Idioma: Português
Dimensões: 154 x 231 x 19 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 304
Tipo de produto: Livro
Coleção: Edição Crítica de Camilo Castelo Branco
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Outras Formas Literárias
EAN: 9789722728850

SOBRE O AUTOR

Camilo Castelo Branco

Nasceu em 1825, em Lisboa, e faleceu em 1890, em S. Miguel de Seide (Famalicão). Com uma breve passagem pelo curso de Medicina, estreia-se nas letras em 1845 e em 1851 publica o seu primeiro romance, Anátema. Em 1860, na sequência de um processo de adultério desencadeado pelo marido de Ana Plácido, com quem mantinha um relacionamento amoroso desde 1856, Camilo e Ana Plácido são presos, acabando absolvidos no ano seguinte por D. Pedro V. Entre 1862 e 1863, Camilo publica onze novelas e romances, atingindo uma notoriedade dificilmente igualável. Tornou-se o primeiro escritor profissional em Portugal, dotado de uma capacidade prodigiosa para efabular a partir da observação da sociedade, com inclinação para a intriga e análise passionais. Considerado o expoente do romantismo em Portugal, autor de obras centrais na história da literatura nacional, como Amor de Perdição, A Queda dum Anjo e Eusébio Macário, Camilo Castelo Branco, cego e impossibilitado de escrever, suicidou-se com um tiro de revólver a 1 de Junho de 1890.

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