Escritos sobre Arte

de Charles Baudelaire
idioma: português do brasil
Editor: Hedra, junho de 2024 ‧
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Reunião de quatro textos da produção crítica de Baudelaire, escritor francês hoje reverenciado como um dos paradigmas máximos da modernidade, que foram produzidos para periódicos. Estes ensaios apresentam um conjunto de reflexões estéticas incomuns para o período, como o riso na caricatura, a definição da arte filosófica e a recuperação de autores pouco valorizados.Compõem esta edição: Da essência do riso ( Le Portefeuille), de 1855, Alguns caricaturistas estrangeiros ( Le Présent), de 1857, A arte filosófica (original encontrado entre papéis de Baudelaire e publicado postumamente em Arte romântica ) e A obra e a vida de Eugène Delacroix ( L'Opinion Nationale), de 1863.

Escritos sobre Arte

de Charles Baudelaire

Propriedade Descrição
ISBN: 9788577150854
Editor: Hedra
Data de Lançamento: junho de 2024
Idioma: Português do Brasil
Dimensões: 114 x 177 x 6 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 124
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Arte > História da Arte
EAN: 9788577150854

SOBRE O AUTOR

Charles Baudelaire

Baudelaire nasceu em Paris a 9 de abril de 1821, filho de François Baudelaire e da jovem Caroline. Após a morte do marido em 1827, esta desposou o comandante Aupick, mais tarde general e embaixador francês em Espanha, com quem Baudelaire cedo se incompatibilizaria. Ao atingir a maioridade reivindica a herança paterna, que irá desbaratar, consome ópio e haxixe (experiência que está na origem de Os Paraísos Artificiais, de 1860) e relaciona-se com a atriz Jeanne Duval. Conhecido principalmente pela sua poesia, Baudelaire também fez crítica literária e artística, ensaio, novelas e traduções, das quais se destaca uma parte substancial da obra de Edgar Alan Poe. Ficaram para as posteridade os seus livros O Pintor da Vida Moderna (1863), a obra póstuma O Spleen de Paris (1869) ou As Flores do Mal (1857), obra-prima da poesia moderna que escandalizou a sociedade francesa da época e condenou o autor ao banco dos réus. Com uma saúde já fragilizada pela sífilis, Baudelaire ficará paralisado após uma queda na igreja de St. Loup, acabando por morrer anos mais tarde, a 31 de agosto de 1867.

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