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Entretien D'Un Philosophe Avec Madame La Maréchale De ***

de Denis Diderot
idioma: francês
Editor: FLAMMARION, setembro de 2009 ‧
4,30€
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" N'êtes-vous pas monsieur Diderot ? - Oui, madame. - C'est donc vous qui ne croyez rien ? - Moi-même. - Cependant votre morale est d'un croyant. - Pourquoi non, quand il est honnête homme. - Et cette morale-là, vous la pratiquez ? - De mon mieux. - Quoi ! vous ne volez point, vous ne tuez point, vous ne pillez point ? - Très rarement. - Que gagnez-vous donc à ne pas croire ? Ainsi commence le dialogue qui, dans l'Entretien d'un philosophe avec la Maréchale de..., fait deviser aimablement le philosophe notoirement athée et la dévote mère de famille catholique. Les propos échangés abordent gaiement des thèmes essentiels. La morale peut-elle se concevoir indépendamment de la religion ? La croyance en un Dieu rémunérateur et vengeur est-elle indispensable à l'obéissance aux lois morales ? La religion est-elle un bien ? Est-on libre de croire ou de ne pas croire ? "

Entretien D'Un Philosophe Avec Madame La Maréchale De ***

de Denis Diderot

Propriedade Descrição
ISBN: 9782081220027
Editor: FLAMMARION
Data de Lançamento: setembro de 2009
Idioma: Francês
Dimensões: 107 x 176 x 7 mm
Páginas: 112
Tipo de produto: Livro
Coleção: Gf ; Philosophes
Classificação Temática: Livros em Francês > Ciências Soc. e Humanas > Filosofia
EAN: 9782081220027

SOBRE O AUTOR

Denis Diderot

Denis Diderot nasceu em Langres a 5 de outubro de 1713, tendo vindo a falecer em Paris a 31 de julho de 1784. Na qualidade de filósofo e escritor escreveu Carta Sobre os Cegos - para uso daqueles que vêem e A Enciclopédia (1750-72), considerada a sua obra maior, que, apesar da oposição da Igreja Católica e dos poderes estabelecidos, levou a cabo com empenho e entusiasmo. Publicou também algumas peças teatrais (de pouco êxito), destacando-se particularmente nos romances (seguindo as normas de alguns humoristas ingleses, em especial de Stern); A Religiosa, O Sobrinho de Rameau, Jacques, o Fatalista e o Seu Mestre. A ele se devem ainda numerosos artigos de crítica de arte. Diderot fez da literatura um ofício, nunca esquecendo, porém, a sua condição de filósofo. Preocupavam-no a natureza do homem, a sua condição, os seus problemas morais e o sentido do destino.

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