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El Nombre De La Rosa La Novela Grafica

de Umberto Eco
idioma: espanhol
Editor: LUMEN, fevereiro de 2026 ‧
22,32€
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LA ESPERADA CONTINUACIÓN DE EL NOMBRE DE LA ROSA, DE ECO Y MANARA DOS GENIOS UNIDOS EN «UNA OBRA CUMBRE DE LA NARRATIVA GRÁFICA [...], LLAMADA A CONVERTIRSE EN UN CLÁSICO DEL NOVENO ARTE». (Corriere di Bologna) «Un trabajo bello, sabio y sugerente. [...] Manara ilumina la novela de Umberto Eco con su dibujo [que] permite mostrar zonas que antes permanecían a oscuras».Jordi Canyissà, La Vanguardia Mientras la abadía se sume en la confusión y el miedo crece entre sus muros, el fraile Guillermo de Baskerville aviva su enconada búsqueda de la verdad. Cada nuevo indicio lo acerca al corazón del misterio y a una laberíntica biblioteca que atesora un conocimiento tan rico como peligroso. En el centro de la intriga, el novicio Adso de Melk tendrá que hacer frente a la duda, el deseo y la violencia en un viaje iniciático que marcará su destino para siempre. Con su trazo inconfundible, Milo Manara culmina esta deslumbrante adaptación de la obra maestra de Umberto Eco: un thriller sobre el poder, la herejía y el amor por los libros que ha fascinado a millones de lectores en todo el mundo.La crítica ha dicho: «Cuando un maestro del dibujo se encuentra con un maestro de la palabra solo hay un resultado posible: sublime».Luca Valtorta, Robinson (La Repubblica)«To do su indiscutible talento está al servicio de reflejar el agreste paisaje montañoso, las muchas dependencias de la abadía y los caracteres físicos y psicológicos de los cultos, convulsos, lujuriosos, criminales y según, o todo a la vez enfrentados monjes. [...] Es leída con fruición».Manuel Hidalgo, El Cultural«Un trabajo bello, sabio y sugerente. [...] Manara ilumina la novela de Umberto Eco con su dibujo [que] permite mostrar zonas que antes permanecían a oscuras».Jordi Canyissà, La Vanguardia «Manara tiene algo de filósofo, de humanista [e] incluso en este thriller ambientado en una abadía medieval, entre monjes y sin apenas rastro de personajes femeninos, el italiano desliza a sus bellísimas chicas Manara».Vanessa Graell, El Mundo «Si algo ha hecho este historietista italiano [...] es crear belleza. [...] Manara demuestra con sus viñetas que había luz en el oscuro ambiente de esa abadía».Pilar Martín, EFE«El gran Manara adapta [...] el complejo y fascinante argumento de su compatriota, que encuentra la calidad que se merece en sus viñetas, capaces de plasmar la grandeza tenebrosa de la abadía medieval».Yexus, El Diario Montañés«Una extraordinaria y fastuosa adaptación gráfica de la famosa novela. Como la de Eco, la Edad Media de Manara no es el reino de las tinieblas, sino una época por descubrir, dotada de una asombrosa y visionaria imaginación en la que el lector puede felizmente perderse».Alberto Ballerino, Il Piccolo«Una obra cumbre de la narrativa gráfica: un trabajo de estilo y estilística meticuloso, esmerado y amoroso [...], llamado a convertirse en un clásico del Noveno Arte».Francesco Verni, Corriere di BolognaSob re El nombre de la rosa:«El thriller histórico más influyente de la hi...

El Nombre De La Rosa La Novela Grafica

de Umberto Eco

Propriedade Descrição
ISBN: 9788426425713
Editor: LUMEN
Data de Lançamento: fevereiro de 2026
Idioma: Espanhol
Dimensões: 225 x 302 x 11 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 72
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Outros
Livros em Espanhol > Banda Desenhada > Novela Gráfica
EAN: 9788426425713

SOBRE O AUTOR

Umberto Eco

Escritor e homem de letras italiano, Umberto Eco nasceu a 5 de janeiro de 1932 em Alessandria (Piemonte) e morreu a 19 de fevereiro de 2016. Pouco se sabe sobre as suas origens e a sua infância, salvo que revelou extrema precocidade ao doutorar-se pela Universidade de Turim com apenas vinte e dois anos de idade, em 1954, apresentando para o efeito uma tese consagrada ao pensamento filosófico de São Tomás de Aquino "O Problema Estético em S. Tomás de Aquino".
Entre 1954 e 1959 desempenhou as funções de editor cultural na famosa cadeia de televisão estatal italiana RAI, lecionando também nessa altura nas universidades de Turim, Milão e Florença e no Instituto Politécnico de Milão. Com apenas trinta e nove anos de idade foi nomeado professor catedrático de Semiótica pela Universidade de Bolonha, a mais conceituada do seu país.
Começou a escrever nos finais da década de 50, contribuindo para diversas publicações periódicas com uma série de artigos que seriam reunidos em volumes como "Diario Minimo" (1963, Diário Mínimo), "Il Costume di Casa" (1973), "Dalla Periferia Dell'Impero" (1977) e "Il Secondo Diario Minimo" (1992). O seu início de atividade ficou também marcado por obras como "Opera Aperta" (1962) e "Apocalittici E Integrati" (1964, Apocalípticos e Integrados).
Mantendo uma carreira editorial bastante completa e ativa, Eco não deixou de publicar estudos académicos sobre Estética, Semiótica e Filosofia, dos quais se podem destacar "La Definizione Dell'Arte" (1968), "Le Forme Del Contenuto" (1971), "Trattato Di Semiotica Generale" (1976), "Come Si Fa Una Tesi Di Laurea" (Como Fazer Uma Tese de Doutoramento, 1977) e "Arte E Bellezza Nell'Estetica Medievale" (1986), obra que lhe valeu vários e conceituados prémios literários. Em 1980 publicou o seu primeiro romance, "Il Nome Della Rosa" (O Nome da Rosa), obra que foi imediatamente considerada como um clássico da literatura mundial. Contando as andanças de um monge do século XIV que é chamado a uma abadia beneditina para solucionar um crime, Eco restabelecia a velha contenda entre o mundo material e o espiritual. A obra foi adaptada com sucesso para o cinema em 1986, pela mão do realizador Jean-Jacques Annaud.
Bastante popular, sobretudo nos meios mais eruditos foi o seu segundo romance, "Il Pendolo Di Foucault" (1988, O pêndulo de Foucault), em que Eco contrapunha o hermetismo e a cosmologia aos potenciais da informática e aos perigos do crime organizado.
O público acolheu com mais modéstia "L'Isola Del Giorno Prima" (1995, A Ilha do Dia Antes), romance em que Roberto della Griva, um aristocrata do século XVII, desperta numa embarcação à deriva no Pacífico Sul, e "Baudolino" (2000, Baudolino), obra também pertencente ao género do romance histórico.

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