10% de desconto

Eça de Queiroz - Correspondência | Cartas aos Vencidos da Vida

Colectânea inédita

de Eça de Queiroz
Editor: Manufactura, outubro de 2023 ‧
19,80€
10% DESCONTO CARTÃO
EM STOCK -
portes grátis
Os Vencidos da Vida

«Num meio estreito de ideias, intolerante e preconceituoso, enredado em miúdos prejuízos - os Vencidos encarnavam a largueza de vistas, a tolerância generosa, a independência crítica, à luz da razão clarividente.»
Manuel da Silva Gaio

«Vencidos da Vida seriam todos aqueles que, impelidos pela ânsia de realizar uma obra grandiosa, embora muito conseguissem, sucumbiram, por fim, desalentados e incompreendidos, ante a doentia convicção de que "todo o emprego foi mal empregado".»
Gomes Monteiro


Eça de Queiroz e a Sua Correspondência

«Ele acabava de percorrer a Terra Santa; (...) do Jardim das Oliveiras arrancara uma pernada com que principiou a desancar a antiga retórica do país, destronando os velhos tropos e lançando os fundamentos daquele estilo fotográfico que é o seu grande poder e uma das suas grandes glórias. (...) Estilista que dê a impressão mais exacta e flagrante dificilmente se encontrará. A sua linguagem compõe-se de todos os elementos da glótica e de todos os coloridos do arco-íris.»
João Rialto (Guilherme de Azevedo)

«Nenhum outro escritor português dá, como Eça, a quem lhe lê as cartas, a impressão de estar a ler um romance.»
Andrée Crabbé Rocha

Eça de Queiroz - Correspondência | Cartas aos Vencidos da Vida

Colectânea inédita

de Eça de Queiroz

Propriedade Descrição
ISBN: 9789725594650
Editor: Manufactura
Data de Lançamento: outubro de 2023
Idioma: Português
Dimensões: 149 x 218 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 364
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Epístolas e Cartas
EAN: 9789725594650

Correspondência em forma de literatura

Luis Russell

As cartas eram os telemóveis, os e-mails, os satélites e as redes sociais do século XIX. Através das cartas faziam-se negócios, declarava-se amor e guerra, anunciavam-se revoluções, registavam-se patentes, destilava-se inveja, fundavam-se nações, enfim, tudo se fazia através das cartas. Incluindo literatura. Ora é exatamente isso que podemos encontrar neste livro. Uma obra literária dentro da obra literária de Eça de Queiroz. Sim, porque Eça escrevia as suas cartas com a mesma genialidade, acutilância e elevação literária que caracterizam os seus livros. Com uma vantagem: sendo uma carta uma espécie de 'mini-livro', está tudo mais concentrado e, portanto, quem lê não tem de percorrer alguma dispersão que pode sempre ocorrer numa peça de maior fôlego. Esta obra é, assim, um marco incontornável, não apenas da obra de Eça de Queiroz, mas também da história de Portugal. Produzida maioritariamente nas últimas duas décadas do século XIX, mantém uma atualidade a todos os títulos espantosa - como, de resto, toda a obra do seu autor.

Correspondência em forma de literatura

Luis Russell

As cartas eram os telemóveis, os e-mails, os satélites e as redes sociais do século XIX. Através das cartas faziam-se negócios, declarava-se amor e guerra, anunciavam-se revoluções, registavam-se patentes, destilava-se inveja, fundavam-se nações, enfim, tudo se fazia através das cartas. Incluindo literatura. Ora é exatamente isso que podemos encontrar neste livro. Uma obra literária dentro da obra literária de Eça de Queiroz. Sim, porque Eça escrevia as suas cartas com a mesma genialidade, acutilância e elevação literária que caracterizam os seus livros. Com uma vantagem: sendo uma carta uma espécie de 'mini-livro', está tudo mais concentrado e, portanto, quem lê não tem de percorrer alguma dispersão que pode sempre ocorrer numa peça de maior fôlego. Esta obra é, assim, um marco incontornável, não apenas da obra de Eça de Queiroz, mas também da história de Portugal. Produzida maioritariamente nas últimas duas décadas do século XIX, mantém uma atualidade a todos os títulos espantosa - como, de resto, toda a obra do seu autor.

SOBRE O AUTOR

Eça de Queiroz

Eça de Queiroz nasceu a 25 de novembro de 1845 na Póvoa de Varzim e é considerado um dos maiores romancistas de toda a literatura portuguesa, o primeiro e principal escritor realista português, renovador profundo e perspicaz da nossa prosa literária.
Entrou para o Curso de Direito em 1861, em Coimbra, onde conviveu com muitos dos futuros representantes da Geração de 70. Terminado o curso, fundou o jornal , em 1866, órgão no qual iniciou a sua experiência jornalística. Em 1871, proferiu a conferência «O Realismo como nova expressão da Arte», integrada nas Conferências do Casino Lisbonense e produto da evolução estética que o encaminha no sentido do Realismo-Naturalismo de Flaubert e Zola. No mesmo ano iniciou, com Ramalho Ortigão, a publicação de As Farpas, crónicas satíricas de inquérito à vida portuguesa.
Em 1872 iniciou a sua carreira diplomática, ao longo da qual ocupou o cargo de cônsul em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. Foi, pois, com o distanciamento crítico que a experiência de vida no estrangeiro lhe permitiu que concebeu a maior parte da sua obra romanesca, consagrada à crítica da vida social portuguesa e de onde se destacam O Primo Bazilio, O Crime do Padre Amaro, A Relíquia e Os Maias, este último considerado a sua obra-prima. Morreu a 16 de agosto de 1900, em Paris.

(ver mais)

DO MESMO AUTOR

QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU