Dos Trovadores ao Orfeu

Contribuição para o estudo do maneirismo na poesia portuguesa

de Amorim de Carvalho
Editor: Edições Ecopy, junho de 2012 ‧
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«Este trabalho resultou do alargamento sucessivo dum certo estudo em princípio bastante limitado. Alguns problemas trouxeram consigo novos problemas, até esta visão panorâmica muito vasta: o maneirismo na poesia portuguesa. Tudo isto começou pela ideia, bem definida, de escrever apenas uma crítica a um livro recentemente publicado do poeta Alfredo Guisado, poeta do Orfeu, um dos representantes mais originais dessa poesia moderna a que se tem chamado barroca. Procurando auscultar o fenómeno que a palavra «barroco» recobre, admiti uma lei ou relação de constância nesse fenómeno, através da história da literatura, seja em certos casos colectivos duma literatura, seja em certos casos individuais; impôs-se-me, em seguida, a dúvida sôbre se os termos «barroco» e «barroquismo», mais particularmente designativos da literatura e da arte de uma época historicamente determinada, conviriam para designar um fenómeno de grande generalidade e repetição nos diferentes panoramas históricos das várias literaturas nacionais e da arte em geral, e, nessa mesma generalidade e repetição, revelando aspectos particulares individualizantes e com data.» Amorim de Carvalho, na Introdução à obra.

Dos Trovadores ao Orfeu

Contribuição para o estudo do maneirismo na poesia portuguesa

de Amorim de Carvalho

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896561673
Editor: Edições Ecopy
Data de Lançamento: junho de 2012
Idioma: Português
Dimensões: 0 x 1 x 31 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 492
Tipo de produto: Livro
Coleção: Estudos Literários
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > História da Literatura
EAN: 9789896561673

SOBRE O AUTOR

Amorim de Carvalho

Amorim de Carvalho (1904-1976), poeta, esteta e filósofo, é a maior compleição crítica portuguesa. Meticuloso na análise, a sua inteligência apresenta-se igualmente preparada para as largas sínteses.
Na teoria da estética, ele chamou insistentemente a atenção para os valores de realidade e a inteligibilidade, para uma firme valorização do que denominou: nomia estética. A sua obra veio, pois, a redundar em vigorosa oposição ao chamado «modernismo». Não houve, em nenhum país, naquele domínio do conhecimento, uma teorização tão sistematizada e fundamentada científica e filosóficamente como a sua.

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