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Discurso sobre a Origem e os Fundamentos da Desigualdade entre os Homens

de Jean-Jacques Rousseau

Livro eBook
editor: Edições 70, março de 2020
O Discurso Sobre a Origem e os Fundamentos da Desigualdade Entre os Homens, de Jean-Jacques Rousseau, está divido em três parte e foi originalmente publicado em 1750, numa época em que Rousseau ainda contava com grande prestígio na sociedade, pois é a partir da publicação desta obra que se começam a formar os anticorpos do qual Rousseau se viria a sentir vítima.

Nesta espécie de introdução a outro livro do mesmo autor, Contrato Social, encontramos a realidade pessimista do estado de natureza e do estado civil com que o ser humano se depara. Rosseau procura definir a sociedade perfeita e esse é o fundamento deste livro.

Discurso sobre a Origem e os Fundamentos da Desigualdade entre os Homens

de Jean-Jacques Rousseau

Propriedade Descrição
ISBN: 9789724421148
Editor: Edições 70
Data de Lançamento: março de 2020
Idioma: Português
Dimensões: 133 x 210 x 10 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 128
Tipo de produto: Livro
Coleção: Textos Filosóficos
Classificação temática: Livros em Português > Ciências Sociais e Humanas > Filosofia
EAN: 9789724421148
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Reanalisar progresso

Rui Gonçalo

Rousseau examina fundamentos da ordem social, propõe avaliar as vias que levam o homem de um estado inicial mais natural ao civil de modo a identificar paixões artificiais para isso recorrendo também à introspecção tirando partido das suas próprias vivências num "conhece-te a ti mesmo". As desigualdades sociais num sistema capitalista onde os mais pobres se vergam ao mando e excessos dos ricos em que os primeiros tantas vezes consentem a trabalho ignominiso, nascente de divisões em sociedade que forma almas embrutecidas pela tirania do jugo presos à maquina económica de tendencia ao vício , inspiram desconfiança e ódio mútuo, corrompendo todas as nossas inclinações naturais de uma vida mais livre, de paixões mais de acordo com um estado de ordem natural inicial, proponente de plenitude moral e física, ou seja igualdade, revelaria. Rousseau analiza o indivíduo civil numa tentativa de entender preconceitos contrários à razão, felicidade e virtude.

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Especulações Curiosas e Interessantíssimas

Vicente dos Santos

Uma visão que traz uma lufada de ar fresco, por mais paradoxal que possa parecer. Um ensaio puramente especulativo, mas que não deixa de levantar perguntas muito pertinentes. No geral, um livro incontornável para compreender o pensamento político deste génio.

Jean-Jacques Rousseau

Escritor e filósofo humanista de expressão francesa, nasceu em Genebra em 1712 e faleceu em Ermenonville em 1778. Ao recentrar a reflexão sobre a natureza humana nos temas da sensibilidade, do sentimento e da paixão em detrimento da razão, Rousseau antagoniza os princípios do Iluminismo, anunciando já aqueles que virão a ser os valores centrais do Romantismo.

Marcado por um forte otimismo relativamente à essência humana, considera que primitivamente os seres humanos viveriam num hipotético estado de natureza em que, deixando-se reger pelo sentimento (amor de si e piedade), reinava a liberdade e a igualdade. Com o advento da divisão do trabalho e da propriedade privada, tal estado de harmonia teria sido pervertido, tendo-se tornado a sociedade presa do egoísmo e da corrupção.

Dessa forma, os poderosos, apropriando-se da Lei, colocaram-na ao serviço dos seus interesses particulares e fizeram dela um instrumento de servidão. Do mesmo modo, a ciência e a cultura em geral são vistas como focos de degeneração que afastam o ser humano da sua natureza genuína.

Para libertar o homem do estado de servidão em que a sociedade o coloca, Rousseau apresenta duas vias complementares:

A primeira - exposta pormenorizadamente no Émile (1762) - respeita à pedagogia, propondo que esta permita à criança desenvolver-se naturalmente na afirmação espontânea da sua essência e de acordo com a sua própria experiência pessoal, evitando que se torne vítima das deformações que a sociedade lhe procura impor.

A segunda, no âmbito da filosofia política - e desenvolvida no Contrato Social (também de 1762) -, visa o restabelecimento da liberdade e baseia-se na ideia de soberania popular. Esta deve ser concretizada através do contrato social segundo o qual cada indivíduo se deve submeter à vontade geral, convergência e expressão mediada da vontade de cada um, garantindo assim a liberdade e a igualdade de todos. A submissão da Lei à vontade geral assegurará a sua justiça, não cabendo ao poder executivo mais do que garantir a sua correta aplicação.

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