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Dez Razões (Possíveis) para a Tristeza do Pensamento

(2ª edição)

de George Steiner
Editor: Relógio D'Água, maio de 2025 ‧
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«Schelling, entre outros, atribui à existência humana uma tristeza fundamental, inescapável. Mais particularmente, esta tristeza oferece o fundamento sombrio sobre o qual assentam a consciência e a cognição. Este fundamento sombrio deve, na verdade, ser a base de toda a perceção, de todo o processo mental. O pensamento é rigorosamente inseparável de uma "melancolia profunda e indestrutível". A cosmologia atual oferece uma analogia à crença de Schelling. Aquela do "ruído de fundo", dos comprimentos de onda cósmica, esquivos mas inescapáveis, que são os vestígios do Big Bang, do surgimento do ser.»

«As ideias de Steiner revelam imparcialidade,seriedade, erudição sem pedantismo e um charmesóbrio.» [The New Yorker]

«George Steiner é talvez o último humanista. Oseu pensamento, não isento de paradoxos eindefinições, revela uma enorme ternura, nãoapenas pela nossa espécie como um todo, maspela pessoa. Pelo milagre irrepetível de cada serhumano.» [El Cultural]

Dez Razões (Possíveis) para a Tristeza do Pensamento

(2ª edição)

de George Steiner

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897835568
Editor: Relógio D'Água
Data de Lançamento: maio de 2025
Idioma: Português
Dimensões: 154 x 235 x 6 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 80
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Ensaios
EAN: 9789897835568

SOBRE O AUTOR

George Steiner

George Steiner é considerado um herdeiro de Sócrates no século XX. Nasceu em Paris, em 1929, partindo com a família para Nova Iorque no início dos anos 40 para escapar ao nazismo. Obteve a sua licenciatura em Letras na Universidade de Chicago em 1948. Em 1950, concluiu o mestrado na Universidade de Harvard, onde recebeu o Bell Prize in American Literature. De 1950 a 1952, foi bolseiro da Fundação Cecil Rhodes na Universidade de Oxford, onde se doutorou. Juntou-se à redação do The Economist, em Londres, sendo depois membro do Institute for Advanced Study, em Princeton. Em 1959, recebeu o prémio O. Henry Short Story. Foi professor de Inglês e Literatura Comparada na Universidade de Genebra de 1974 a 1994 e membro da Churchill College em Cambridge a partir de 1969. Foi também professor de Literatura Comparada na Universidade de Oxford e professor de Poesia em Harvard. Colaborou na The New Yorker, no The Times Literary Supplement e no The Guardian. Faleceu em Cambridge, em 2020.

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