Heranças Imperfeitas
Editor:
Tinta da China, março de 2025 ‧
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SINOPSE
Heranças Imperfeitas explora a complexa relação entre modernidade e tradições literárias, destacando a forma como a herança cultural é sempre imperfeita e, por isso, transformadora.
O principal argumento é que a modernidade não pode ser compreendida como ruptura mas, pelo contrário, como a assombração das tradições (muitas vezes arrítmicas e sombrias) que a precederam e das leituras e interpretações divergentes dos passados pelos diversos presentes.
O peso que as heranças culturais têm ao longo da história é analisado neste livro a partir da questão do património, de um exemplo da poesia galaico-portuguesa, de autores como Camilo Castelo Branco, Eça de Queirós, Fernando Pessoa, Ruben A., Manuel Gusmão e José Saramago, bem como pela singular posição de Florbela Espanca no contexto modernista-expressionista, e de um poema, tomado como coda, de Jorge de Sena.
«O que pensávamos sobre nós próprios será desfigurado pelos caprichos de uma idade posterior. Como alguém que passa um filme ao contrário a alta velocidade — tornando tudo invisível —, caminho agora em direcção contrária para a saída, caindo da pré-história para a rua, um homem antiquíssimo.» — Cees Nooteboom, O (Des)caminho de Santiago
O principal argumento é que a modernidade não pode ser compreendida como ruptura mas, pelo contrário, como a assombração das tradições (muitas vezes arrítmicas e sombrias) que a precederam e das leituras e interpretações divergentes dos passados pelos diversos presentes.
O peso que as heranças culturais têm ao longo da história é analisado neste livro a partir da questão do património, de um exemplo da poesia galaico-portuguesa, de autores como Camilo Castelo Branco, Eça de Queirós, Fernando Pessoa, Ruben A., Manuel Gusmão e José Saramago, bem como pela singular posição de Florbela Espanca no contexto modernista-expressionista, e de um poema, tomado como coda, de Jorge de Sena.
«O que pensávamos sobre nós próprios será desfigurado pelos caprichos de uma idade posterior. Como alguém que passa um filme ao contrário a alta velocidade — tornando tudo invisível —, caminho agora em direcção contrária para a saída, caindo da pré-história para a rua, um homem antiquíssimo.» — Cees Nooteboom, O (Des)caminho de Santiago
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789896719111 |
| Editor: | Tinta da China |
| Data de Lançamento: | março de 2025 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 131 x 185 x 18 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 304 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Ensaios
|
| EAN: | 9789896719111 |
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