10% de desconto

Democracia e Universidade

de José Saramago
Editor: U.Porto Press, março de 2026 ‧
5,00€
4,50€
10% DESCONTO IMEDIATO
EM STOCK -
Recuperar a intervenção de José Saramago na Universidade Complutense de Madrid, 20 anos depois, faz sentido: Universidade e Democracia são duas aspirações fundamentais para a sociedade ativa e consciente que queremos ser. Nenhuma sociedade poderá avançar sem o saber que emana da universidade, nem alcançará o grau de excelência sem a igualdade e a justiça que a democracia - governo do povo para o povo - exige, se é que não a reduzimos a um slogan desgastado. A sociedade vivificada precisa da universidade, altar-mor do conhecimento; a democracia promove o respeito e abre caminhos à sabedoria. Uma sem a outra seriam órgãos sem vida.

Assim pensava José Saramago, que respeitava a universidade - que nunca havia sido a sua casa - como se respeitam as melhores ideias ou os sonhos mais doces. Queria-a no centro da sua vida, por isso lia ensaios académicos, participava em congressos, assistia a conferências sobre temas nem sempre próximos, aceitava doutoramentos com a emoção da primeira vez, era feliz quando os estudantes o interpelavam com o fervor de quem enfrenta o mundo e as suas consequências.

— Pilar del Río

Democracia e Universidade

de José Saramago

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897464348
Editor: U.Porto Press
Data de Lançamento: março de 2026
Idioma: Português
Dimensões: 104 x 171 x 3 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 66
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Ciências Sociais e Humanas > Outros
EAN: 9789897464348

SOBRE O AUTOR

José Saramago

Prémio Nobel de Literatura, 1998

Autor de mais de 40 títulos, José Saramago nasceu em 1922, na aldeia de Azinhaga.
As noites passadas na biblioteca pública do Palácio Galveias, em Lisboa, foram fundamentais para a sua formação. «E foi aí, sem ajudas nem conselhos, apenas guiado pela curiosidade e pela vontade de aprender, que o meu gosto pela leitura se desenvolveu e apurou.»
Em 1947 publicou o seu primeiro livro que intitulou A Viúva, mas que, por razões editoriais, viria a sair com o título de Terra do Pecado. Seis anos depois, em 1953, terminaria o romance Claraboia, publicado apenas após a sua morte.
No final dos anos 50 tornou-se responsável pela produção na Editorial Estúdios Cor, função que conjugaria com a de tradutor, a partir de 1955, e de crítico literário.
Regressa à escrita em 1966 com Os Poemas Possíveis.
Em 1971 assumiu funções de editorialista no Diário de Lisboa e em abril de 1975 é nomeado diretor-adjunto do Diário de Notícias.
No princípio de 1976 instala-se no Lavre para documentar o seu projeto de escrever sobre os camponeses sem terra. Assim nasceu o romance Levantado do Chão e o modo de narrar que caracteriza a sua ficção novelesca. Até 2010, ano da sua morte, a 18 de junho, em Lanzarote, José Saramago construiu uma obra incontornável na literatura portuguesa e universal, com títulos que vão de Memorial do Convento a Caim, passando por O Ano da Morte de Ricardo Reis, O Evangelho segundo Jesus Cristo, Ensaio sobre a Cegueira, Todos os Nomes ou A Viagem do Elefante, obras traduzidas em todo o mundo.
No ano de 2007 foi criada em Lisboa uma Fundação com o seu nome, que trabalha pela difusão da literatura, pela defesa dos direitos humanos e do meio ambiente, tomando como documento orientador a Declaração Universal dos Direitos Humanos. Desde 2012 a Fundação José Saramago tem a sua sede na Casa dos Bicos, em Lisboa.
José Saramago recebeu o Prémio Camões em 1995 e o Prémio Nobel de Literatura em 1998.
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, condecorou postumamente, a 16 de novembro de 2021, José Saramago com o grande-colar da Ordem de Camões, pelos "serviços únicos prestados à cultura e à língua portuguesas", no arranque das comemorações do centenário do nascimento do escritor.

(ver mais)

DO MESMO AUTOR

QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU