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Dá-Me Sonhos Teus para Eu Brincar

Textos de Amor

de Fernando Pessoa e Mariana Gray de Castro
Editor: Avenida da Liberdade Editores, novembro de 2025 ‧
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O amor sempre foi a força secreta que move o mundo — e também Fernando Pessoa. Mas o que poucos sabem é que ele escreveu sobre o amor como ninguém: com lucidez e loucura, com carne e com alma, com verdade e contradição. Aqui está reunido o Pessoa mais íntimo, mais humano — e mais surpreendente.

Nesta antologia, encontramos o amor em todas as suas formas:
- O amor que começa a tremer nas mãos.
- O que se perde e nunca mais volta.
- O que fere, mas não morre.
- O que se cala porque é grande demais para ser dito.
- O amor que espera. O que destrói. O que salva.
- O amor de quem vive — e de quem sente demais.

Pessoa escreveu com ironia, paixão, inocência, desassossego e até crueldade. Mas nunca escreveu sem verdade. Cada página é um espelho onde quem já amou (ou ainda vai amar) se reconhece.

Organizada pela investigadora Mariana Gray de Castro, esta obra revela um Pessoa inesperado, profundo e absolutamente fascinante — tão humano que até assusta, tão belo que se torna impossível de largar.

Este não é um livro para ler. É um livro para sentir. Depois destas páginas, nunca mais verás o amor da mesma forma.

Dá-Me Sonhos Teus para Eu Brincar

Textos de Amor

de Fernando Pessoa e Mariana Gray de Castro

Propriedade Descrição
ISBN: 9789893553183
Editor: Avenida da Liberdade Editores
Data de Lançamento: novembro de 2025
Idioma: Português
Dimensões: 150 x 230 x 9 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 160
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 9789893553183

O Amor é...

SM

O Amor, para Fernando Pessoa, é tudo. Porque também ele era Tudo.  Olhamos para o Amor pelas diferentes maneiras de cada Fernando Pessoa olhar o Mundo. O poeta é um fingidor. Finge tão completamente - que chega a fingir que é «Amor», o amor que deveras sente. Diz Pessoa que o "Amor não se conjuga no passado,/ ou se ama para sempre / ou nunca se amou verdadeiramente", e no entanto, "Fingir é amar", ou "Benditos os que não confiam a vida a ninguém"... Desconcertante, como indicado no Prefácio, mas tão interessante. Ironia entrelaçada com Amor. Para ler e oferecer. A quem se ama, e não só...

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