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Cultura Y Semiotica

de Umberto Eco
idioma: espanhol
Editor: Editorial Círculo de Bellas Artes, outubro de 2024 ‧
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Cultura y Semiótica recoge el texto de la conferencia que Umberto Eco pronunció enel Círculo de Bellas Artes el 19 de mayo de 2009 con motivo de la entrega de laMedalla de Oro de la institución. El libro se completa con una segunda conferencia,«Los límites de la interpretación», pronunciada originalmente en Madrid en 1991, yun lúcido prólogo del semiólogo y catedrático de Teoría General de la InformaciónJorge Lozano en el que se analizan algunas de las inquietudes teóricas de Eco, enespecial su pasión por las listas, su noción de Enciclopedia, los peligros del excesode memoria y su defensa del trabajo interpretativo como una negociaciónresponsable entre el texto y sus lectores.«Los textos tienen un sentido, incluso cuando los sentidos son muchos; lo que nopuede decirse es que no existe ninguno, o que todos son igualmente buenos. Eltexto interpretado impone unas restricciones a sus intérpretes. Los límites de lainterpretación coinciden con los derechos del texto (lo que no quiere decir quecoincidan con los derechos de su autor.» (Umberto Eco)

Cultura Y Semiotica

de Umberto Eco

Propriedade Descrição
ISBN: 9788412778465
Editor: Editorial Círculo de Bellas Artes
Data de Lançamento: outubro de 2024
Idioma: Espanhol
Dimensões: 120 x 160 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 88
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Linguística e Filologia
Livros em Espanhol > Literatura > Ensaios
Livros em Espanhol > Ciências Sociais e Humanas > Filosofia
EAN: 9788412778465

SOBRE O AUTOR

Umberto Eco

Escritor e homem de letras italiano, Umberto Eco nasceu a 5 de janeiro de 1932 em Alessandria (Piemonte) e morreu a 19 de fevereiro de 2016. Pouco se sabe sobre as suas origens e a sua infância, salvo que revelou extrema precocidade ao doutorar-se pela Universidade de Turim com apenas vinte e dois anos de idade, em 1954, apresentando para o efeito uma tese consagrada ao pensamento filosófico de São Tomás de Aquino "O Problema Estético em S. Tomás de Aquino".
Entre 1954 e 1959 desempenhou as funções de editor cultural na famosa cadeia de televisão estatal italiana RAI, lecionando também nessa altura nas universidades de Turim, Milão e Florença e no Instituto Politécnico de Milão. Com apenas trinta e nove anos de idade foi nomeado professor catedrático de Semiótica pela Universidade de Bolonha, a mais conceituada do seu país.
Começou a escrever nos finais da década de 50, contribuindo para diversas publicações periódicas com uma série de artigos que seriam reunidos em volumes como "Diario Minimo" (1963, Diário Mínimo), "Il Costume di Casa" (1973), "Dalla Periferia Dell'Impero" (1977) e "Il Secondo Diario Minimo" (1992). O seu início de atividade ficou também marcado por obras como "Opera Aperta" (1962) e "Apocalittici E Integrati" (1964, Apocalípticos e Integrados).
Mantendo uma carreira editorial bastante completa e ativa, Eco não deixou de publicar estudos académicos sobre Estética, Semiótica e Filosofia, dos quais se podem destacar "La Definizione Dell'Arte" (1968), "Le Forme Del Contenuto" (1971), "Trattato Di Semiotica Generale" (1976), "Come Si Fa Una Tesi Di Laurea" (Como Fazer Uma Tese de Doutoramento, 1977) e "Arte E Bellezza Nell'Estetica Medievale" (1986), obra que lhe valeu vários e conceituados prémios literários. Em 1980 publicou o seu primeiro romance, "Il Nome Della Rosa" (O Nome da Rosa), obra que foi imediatamente considerada como um clássico da literatura mundial. Contando as andanças de um monge do século XIV que é chamado a uma abadia beneditina para solucionar um crime, Eco restabelecia a velha contenda entre o mundo material e o espiritual. A obra foi adaptada com sucesso para o cinema em 1986, pela mão do realizador Jean-Jacques Annaud.
Bastante popular, sobretudo nos meios mais eruditos foi o seu segundo romance, "Il Pendolo Di Foucault" (1988, O pêndulo de Foucault), em que Eco contrapunha o hermetismo e a cosmologia aos potenciais da informática e aos perigos do crime organizado.
O público acolheu com mais modéstia "L'Isola Del Giorno Prima" (1995, A Ilha do Dia Antes), romance em que Roberto della Griva, um aristocrata do século XVII, desperta numa embarcação à deriva no Pacífico Sul, e "Baudolino" (2000, Baudolino), obra também pertencente ao género do romance histórico.

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