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Contra El Fascismo

de Umberto Eco
idioma: espanhol
Editor: LUMEN, maio de 2018 ‧
12,13€
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Las catorce claves de Umberto Eco para reconocer el fascismo: un manifiesto urgente. «Un genio inagotable, voraz, que construye y deconstruye sin cesar, de inteligencia deslumbrante y humorística cuando hace falta.»Mercedes Monmany, ABC «Uno de los pensadores más influyentes de nuestro tiempo.»Los Angeles Times «El fascismo eterno aún nos rodea, aunque lleve traje de paisano. Puede volver en cualquier momento, aunque se disfrace de las formas más inocuas. Nuestro deber es detectarlo, quitarle la máscara y denunciar en voz alta cada una de sus gestas.» En esta conferencia dirigida a los alumnos de una universidad norteamericana en 1995, Umberto Eco alertaba frente a la sombra alargada de un fenómeno que no se restringe al ámbito político ni tiene fecha de caducidad, porque tras un régimen y una ideología hay siempre un cierto modo de pensar y de sentir, un sustrato cultural que puede ser el germen de una nueva ola fascista. El gran pensador de nuestro tiempo, aquel que nos enseñó a «reflexionar antes de pensar», nos ofrece catorce claves para reconocer el fantasma del «fascismo eterno» y nos brinda instrumentos para que el presente y el futuro no se parezcan a nuestro peor pasado. La crítica ha dicho...«Una invitación a la memoria, para que nunca demos algo por superado.»Furio Colombo, Il Fatto Quotidiano «Muy convincente y con la clase de destellos de inteligencia y conocimiento que los lectores esperan de una de las mentes más brillantes de Italia.»Library Journal «Eco mezcla recuerdos personales de su juventud bajo el régimen fascista y analiza estructuralmente los catorce arquetipos del fascismo primitivo y eterno.»Babelio «Cabe en el bolsillo de una americana, tiene 61 páginas y concreción suficiente para funcionar como un ibuprofeno.»Karina Sainz Borgo, Voz Pópuli «Sesenta y cuatro páginas fáciles de leer que nos recuerdan que el fascismo tiene más de una cara y que puede volver a surgir bajo otros hábitos.»France Inter «Umberto Eco sugiere que existe un fascismo eterno cuyas características, aunque en aparencia contradictorias o inocentes, siguen entre nosotros.»Il Manifesto «Eco explica el nexo inseparable entre libertad y Liberación (del fascismo).»Paolo di Paolo, L'Espresso «Un manifiesto urgente, y yo añadiría que necesario, en la actualidad que vivimos.»Jesús Cabaleiro Larrán, Periodistas en Español

Contra El Fascismo

de Umberto Eco

Propriedade Descrição
ISBN: 9788426405685
Editor: LUMEN
Data de Lançamento: maio de 2018
Idioma: Espanhol
Dimensões: 113 x 161 x 5 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 64
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Ensaios
EAN: 9788426405685

SOBRE O AUTOR

Umberto Eco

Escritor e homem de letras italiano, Umberto Eco nasceu a 5 de janeiro de 1932 em Alessandria (Piemonte) e morreu a 19 de fevereiro de 2016. Pouco se sabe sobre as suas origens e a sua infância, salvo que revelou extrema precocidade ao doutorar-se pela Universidade de Turim com apenas vinte e dois anos de idade, em 1954, apresentando para o efeito uma tese consagrada ao pensamento filosófico de São Tomás de Aquino "O Problema Estético em S. Tomás de Aquino".
Entre 1954 e 1959 desempenhou as funções de editor cultural na famosa cadeia de televisão estatal italiana RAI, lecionando também nessa altura nas universidades de Turim, Milão e Florença e no Instituto Politécnico de Milão. Com apenas trinta e nove anos de idade foi nomeado professor catedrático de Semiótica pela Universidade de Bolonha, a mais conceituada do seu país.
Começou a escrever nos finais da década de 50, contribuindo para diversas publicações periódicas com uma série de artigos que seriam reunidos em volumes como "Diario Minimo" (1963, Diário Mínimo), "Il Costume di Casa" (1973), "Dalla Periferia Dell'Impero" (1977) e "Il Secondo Diario Minimo" (1992). O seu início de atividade ficou também marcado por obras como "Opera Aperta" (1962) e "Apocalittici E Integrati" (1964, Apocalípticos e Integrados).
Mantendo uma carreira editorial bastante completa e ativa, Eco não deixou de publicar estudos académicos sobre Estética, Semiótica e Filosofia, dos quais se podem destacar "La Definizione Dell'Arte" (1968), "Le Forme Del Contenuto" (1971), "Trattato Di Semiotica Generale" (1976), "Come Si Fa Una Tesi Di Laurea" (Como Fazer Uma Tese de Doutoramento, 1977) e "Arte E Bellezza Nell'Estetica Medievale" (1986), obra que lhe valeu vários e conceituados prémios literários. Em 1980 publicou o seu primeiro romance, "Il Nome Della Rosa" (O Nome da Rosa), obra que foi imediatamente considerada como um clássico da literatura mundial. Contando as andanças de um monge do século XIV que é chamado a uma abadia beneditina para solucionar um crime, Eco restabelecia a velha contenda entre o mundo material e o espiritual. A obra foi adaptada com sucesso para o cinema em 1986, pela mão do realizador Jean-Jacques Annaud.
Bastante popular, sobretudo nos meios mais eruditos foi o seu segundo romance, "Il Pendolo Di Foucault" (1988, O pêndulo de Foucault), em que Eco contrapunha o hermetismo e a cosmologia aos potenciais da informática e aos perigos do crime organizado.
O público acolheu com mais modéstia "L'Isola Del Giorno Prima" (1995, A Ilha do Dia Antes), romance em que Roberto della Griva, um aristocrata do século XVII, desperta numa embarcação à deriva no Pacífico Sul, e "Baudolino" (2000, Baudolino), obra também pertencente ao género do romance histórico.

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