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Contos

de Franz Kafka
Editor: Relógio D'Água, fevereiro de 2006 ‧
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"Apesar da aparente capa de excentricidade que envolve a escrita de Kafka, a sua mensagem prende-se com aspectos familiares à condição humana. O seu registo comporta um humor peculiar que, por vezes, se suporta numa galeria de fantasias surrealistas a fazer reagir a estranheza (...) A submissão a um destino superior à capacidade humana de o influenciar - e ao qual é impossível escapar - são elementos constantes nestes magníficos contos, de leitura fácil mas entendimento múltiplo."
João Morales, Fevereiro de 2006

"A elaboração, em Kafka, é menos admirável que a invocação. Homens, há apenas um na sua obra: o homo domesticus - bem judeu e bem alemão -, sequioso de um lugar, mesmo que o mais humilde, numa qualquer Ordem; num universo, num ministério, num asilo de loucos, na prisão. O argumento e o ambiente são o essencial; não as evoluções da fábula nem a penetração psicológica. Daí a primzaia dos seus contos sobre os seus romances; daí o direito a afirmar que esta antologia de contos nos dá integralmente a medida de tão singular escritor."
Do Prólogo de Jorge Luis Borges

Contos

de Franz Kafka

Propriedade Descrição
ISBN: 9789727088683
Editor: Relógio D'Água
Data de Lançamento: fevereiro de 2006
Idioma: Português
Dimensões: 135 x 211 x 6 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 92
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Contos
EAN: 9789727088683
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

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Alguns dos contos mais conhecidos encontram-se aqui. As fábulas de Kafka são sempre misteriosas e psicologicamente penetrantes. Não são confusas, mas sim labirínticas.

Contos ligeiramente menos absurdos

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SOBRE O AUTOR

Franz Kafka

Franz Kafka nasceu em 1883, em Praga, no seio de uma família da pequena burguesia judia de expressão alemã. Começou a escrever os seus primeiros textos em 1904. Em 1906, terminou os seus estudos universitários, doutorando-se em Direito. Em vida, publicou apenas sete pequenos livros e alguns textos em revistas. De entre estes livrinhos e textos, destaca-se A Metamorfose, que veio a lume em 1915. Esta pequena novela viria a afirmar-se como uma das suas obras de referência. A 3 de junho de 1924, não resistindo à tuberculose diagnosticada em 1917, morre em Kierling, a poucos quilómetros de Viena, deixando três romances fragmentários, que seriam publicados postumamente pelo seu amigo e testamenteiro Max Brod: O Processo (1925), O Castelo (1926) e América (1927), a que se seguiram volumes com contos, cartas e diários. A sua obra, centrada no homem solitário moderno, refém de uma vida absurda, tornar-se-ia uma das mais influentes do mundo literário do século xx.

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