10% de desconto

Contos de Cantuária

de Geoffrey Chaucer; Ilustração: Edward Burne-Jones
Editor: E-primatur, fevereiro de 2022 ‧
29,90€
10% DESCONTO CARTÃO
EM STOCK -
portes grátis
O texto mais importante do período medieval europeu, que definiu toda a literatura como a conhecemos hoje.

Escritos entre 1386 e 1389, os 24 textos que compõem os Contos de Cantuária foram escritos por Geoffrey Chaucer ao estilo das grandes narrativas medievais e descrevem de forma mordaz a sociedade inglesa de então.

Um conjunto de peregrinos encontra-se numa estalagem e é desafiado para um concurso de histórias que terá como prémio um almoço gratuito nesse estabelecimento aquando do seu regresso de Cantuária, para uma visita ao túmulo de São Thomas Becket. As histórias dos peregrinos constituem o retrato notável de uma sociedade ao mesmo tempo distante e próxima da nossa, permitindo diversos níveis de leitura e de interpretação. Contribuem também para a fixação das bases da narrativa moderna nos mecanismos de narração que empregam e nas estratégias e formas de estabelecer os diálogos.

A obra foi construída à semelhança do Decameron, de Boccaccio, que Chaucer terá lido aquando da sua missão diplomática em Itália, no ano de 1372. Este clássico da literatura universal inspirou óperas e adaptações ao teatro, à televisão e ao cinema, entre as quais se destacam, neste último caso, o filme realizado por Michael Powell e Emeric Pressburger - uma mistura de comédia, drama e mistério - ou ainda a película de Pier Paolo Pasolini. É também de salientar uma famosa homenagem musical feita por Sting.

A edição da E-Primatur conta com a tradução do poeta e tradutor premiado Daniel Jonas e as ilustrações de Edward Burne-Jones, preparadas para a Kelmscott Press, fundada pelo célebre escritor William Morris.

«Estes contos são o Decameron da literatura inglesa [...] e são a primeira narrativa em verso escrita em vernáculo. A sua fama e alcance histórico, social e cultural ultrapassam qualquer outro texto desta época, sendo o primeiro deles verdadeiramente universal.»
Harold Bloom

Contos de Cantuária

de Geoffrey Chaucer; Ilustração: Edward Burne-Jones

Propriedade Descrição
ISBN: 9789898872050
Editor: E-primatur
Data de Lançamento: fevereiro de 2022
Idioma: Português
Dimensões: 160 x 243 x 48 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 784
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Contos
EAN: 9789898872050

Um Espelho Humano em Peregrinação

JM

Em Contos de Cantuária, Geoffrey Chaucer reúne um grupo de peregrinos que, a caminho de Canterbury, contam histórias para passar o tempo — e é nesse dispositivo simples que nasce um retrato amplo e vivo da sociedade medieval. Cada conto reflete uma voz distinta, com tons que vão do cómico ao moral, do obsceno ao devoto. O conjunto vale tanto pela diversidade como pela observação humana: Chaucer capta vícios, vaidades, crenças e contradições com uma ironia que continua surpreendentemente atual. Não há idealização — há gente. As ilustrações de Edward Burne-Jones acrescentam uma dimensão estética marcante, reforçando o carácter intemporal da obra. Exige alguma adaptação ao ritmo e à linguagem, mas compensa pela riqueza e pela inteligência do olhar.

SOBRE O AUTOR

Geoffrey Chaucer

Geoffrey Chaucer (c. 1343-1400) é reconhecido universalmente como o pai da literatura inglesa. Escritor, tradutor, filósofo e astrónomo, Chaucer foi também funcionário público, diplomata e juiz. Homem versado em diversos conhecimentos, leitor de várias línguas, acaba por ser no inglês vernáculo que escreve a maior parte das suas obras, numa época em que as línguas habituais do meio literário eram o francês e o latim. Apesar de ter atingido alguma fama ao longo da sua vida, a reputação literária de Chaucer veio a estabelecer-se sobretudo com a passagem do tempo. «Chaucer foi capaz de fazer algo que poucos autores da sua época (ou mesmo posteriores) conseguiram: projetar o seu tempo e o seu mundo na imaginação de qualquer leitor, de qualquer época.» Larry Benson «Chaucer é o nosso avô literário, mas um avô que está sempre presente, a ponto de parecer plausível imaginá-lo de braço dado com Dickens ou até com alguns escritores mais recentes de língua inglesa, de vários pontos do globo, numa amena cavaqueira sobre os males da sociedade.» Seamus Heaney (Prémio Nobel da Literatura)

(ver mais)

DO MESMO AUTOR

QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU