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Cuentos De Canterbury

de Geoffrey Chaucer
idioma: espanhol
Editor: AUSTRAL, junho de 2026 ‧
15,24€
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La obra de mayor relieve de la literatura inglesa medieval.Un grupo de fieles viaja a pie hasta la catedral de Canterbury. Durante la peregrinación, los miembros de este devoto séquito explican diversas historias con el objetivo de entretener a los demás. Miembros de los distintos estamentos y clases sociales intervienen: un caballero, una abadesa, un fraile, un mercader, un estudiante, un carpintero, un cocinero, etc. El conjunto de relatos constituye un fresco vivo de la época tardomedieval; se trata, según Jordi Lamarca, de «una memorable, vívida y compleja evocación de la condición humana desde la perspectiva de la segunda mitad del siglo XIV inglés».

Cuentos De Canterbury

de Geoffrey Chaucer

Propriedade Descrição
ISBN: 9788408319627
Editor: AUSTRAL
Data de Lançamento: junho de 2026
Idioma: Espanhol
Dimensões: 150 x 230 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 512
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Romance
Livros em Espanhol > Literatura > Poesia
EAN: 9788408319627

SOBRE O AUTOR

Geoffrey Chaucer

Geoffrey Chaucer (c. 1343-1400) é reconhecido universalmente como o pai da literatura inglesa. Escritor, tradutor, filósofo e astrónomo, Chaucer foi também funcionário público, diplomata e juiz. Homem versado em diversos conhecimentos, leitor de várias línguas, acaba por ser no inglês vernáculo que escreve a maior parte das suas obras, numa época em que as línguas habituais do meio literário eram o francês e o latim. Apesar de ter atingido alguma fama ao longo da sua vida, a reputação literária de Chaucer veio a estabelecer-se sobretudo com a passagem do tempo. «Chaucer foi capaz de fazer algo que poucos autores da sua época (ou mesmo posteriores) conseguiram: projetar o seu tempo e o seu mundo na imaginação de qualquer leitor, de qualquer época.» Larry Benson «Chaucer é o nosso avô literário, mas um avô que está sempre presente, a ponto de parecer plausível imaginá-lo de braço dado com Dickens ou até com alguns escritores mais recentes de língua inglesa, de vários pontos do globo, numa amena cavaqueira sobre os males da sociedade.» Seamus Heaney (Prémio Nobel da Literatura)

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