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Construir Al Enemigo

de Umberto Eco
idioma: espanhol
Editor: LUMEN, setembro de 2021 ‧
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UNA MUESTRA DEL ECO MÁS BRILLANTE Y ATEMPORAL «Allí donde Eco disparaba su inteligencia se hacía la luz.»Domingo Ródenas, El Periódico de Catalunya «La obra de Umberto Eco en la que todo cabe. [...] ¿Es posible la erudición divertida, seducir mediante la cita culta? [...] Una divertida y estimulante recopilación.»Mercedes Monmany, ABC En su prólogo, Umberto Eco habla de estos ensayos como «textos de ocasión», es decir, escritos que nacieron de un encargo o del puro divertimento. Sin embargo, cuando quien trabaja de ese modo es un gran maestro, cada frase se convierte en un regalo para el lector. Desde la pieza que da título a este libro #«un brillantísimo ensayo, una verdadera y escalofriante antología a través de la Historia, de la injuria al diferente, el extranjero, el indeseable», según Mercedes Monmany (ABC)#, Eco aborda temas en apariencia tan dispares como la recepción del Ulises de Joyce en la Italia de Mussolini y el caso WikiLeaks, y personalidades tan variopintas como Dan Brown, Barack Obama y Angela Merkel, y nos invita a reflexionar sobre el poder del silencio en una sociedad en la que el escándalo es moneda corriente. Una obra excepcional que constituye el mejor ejemplo de una inteligencia privilegiada puesta al servicio de esos lectores que piden a la vida algo más que titulares de periódico. La crítica ha dicho:«La obra de Umberto Eco en la que todo cabe. [...] ¿Es posible la erudición divertida, seducir mediante la cita culta? [...] Brillantes ensayos entre los que destacan sus reflexiones sobre el odio al extranjero. [...] Una divertida y estimulante recopilación.»Mercedes Monmany, ABC «Definitivamente sublime.»San Francisco Chronicle Book Review «Ideas provocadoras. [...] Este libro confirma que la mente de Eco es ágil y sofisticada.»Publishers Weekly «Definitivamente sublime.»San Francisco Chronicle Book Review «Una recopilación que evidencia la profunda erudición del escritor, su ingenio vivaz y su pasión por las ideas de todo tipo. [...] El placer que Eco experimenta en tales exploraciones es evidente y contagioso.»Booklist «El ingenio y la sabiduría coexisten con una feroz erudición dentro de Umberto Eco, un escritor que parece conocer a fondo lo que implica ser humano.»Buffalo News «En este libro hay de todo y para todos. [...] En ocasiones #¿o debería ser así siempre?#, para comprender el presente es útil tener un buen dominio del pasado, incluso de sus rincones más oscuros.»Nicholas Lezard, The Guardian Sobre el autor:«El escritor que cambió la cultura.»Corriere della Sera «Uno de los pensadores más influyentes de nuestro tiempo.»Los Angeles Times «Allí donde Eco disparaba su inteligencia se hacía la luz.»Domingo Ródenas, El Periódico de Cataluña «Una fiesta de la inteligencia, un placer de los sentidos y una inolvidable experiencia.»J. Ferrer, La Razón «Un gigantesco sabio a quien nada humano le era ajeno.»Miguel Lorenci, El Comercio

Construir Al Enemigo

de Umberto Eco

Propriedade Descrição
ISBN: 9788426410726
Editor: LUMEN
Data de Lançamento: setembro de 2021
Idioma: Espanhol
Dimensões: 150 x 230 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 320
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Biografias
EAN: 9788426410726

SOBRE O AUTOR

Umberto Eco

Escritor e homem de letras italiano, Umberto Eco nasceu a 5 de janeiro de 1932 em Alessandria (Piemonte) e morreu a 19 de fevereiro de 2016. Pouco se sabe sobre as suas origens e a sua infância, salvo que revelou extrema precocidade ao doutorar-se pela Universidade de Turim com apenas vinte e dois anos de idade, em 1954, apresentando para o efeito uma tese consagrada ao pensamento filosófico de São Tomás de Aquino "O Problema Estético em S. Tomás de Aquino".
Entre 1954 e 1959 desempenhou as funções de editor cultural na famosa cadeia de televisão estatal italiana RAI, lecionando também nessa altura nas universidades de Turim, Milão e Florença e no Instituto Politécnico de Milão. Com apenas trinta e nove anos de idade foi nomeado professor catedrático de Semiótica pela Universidade de Bolonha, a mais conceituada do seu país.
Começou a escrever nos finais da década de 50, contribuindo para diversas publicações periódicas com uma série de artigos que seriam reunidos em volumes como "Diario Minimo" (1963, Diário Mínimo), "Il Costume di Casa" (1973), "Dalla Periferia Dell'Impero" (1977) e "Il Secondo Diario Minimo" (1992). O seu início de atividade ficou também marcado por obras como "Opera Aperta" (1962) e "Apocalittici E Integrati" (1964, Apocalípticos e Integrados).
Mantendo uma carreira editorial bastante completa e ativa, Eco não deixou de publicar estudos académicos sobre Estética, Semiótica e Filosofia, dos quais se podem destacar "La Definizione Dell'Arte" (1968), "Le Forme Del Contenuto" (1971), "Trattato Di Semiotica Generale" (1976), "Come Si Fa Una Tesi Di Laurea" (Como Fazer Uma Tese de Doutoramento, 1977) e "Arte E Bellezza Nell'Estetica Medievale" (1986), obra que lhe valeu vários e conceituados prémios literários. Em 1980 publicou o seu primeiro romance, "Il Nome Della Rosa" (O Nome da Rosa), obra que foi imediatamente considerada como um clássico da literatura mundial. Contando as andanças de um monge do século XIV que é chamado a uma abadia beneditina para solucionar um crime, Eco restabelecia a velha contenda entre o mundo material e o espiritual. A obra foi adaptada com sucesso para o cinema em 1986, pela mão do realizador Jean-Jacques Annaud.
Bastante popular, sobretudo nos meios mais eruditos foi o seu segundo romance, "Il Pendolo Di Foucault" (1988, O pêndulo de Foucault), em que Eco contrapunha o hermetismo e a cosmologia aos potenciais da informática e aos perigos do crime organizado.
O público acolheu com mais modéstia "L'Isola Del Giorno Prima" (1995, A Ilha do Dia Antes), romance em que Roberto della Griva, um aristocrata do século XVII, desperta numa embarcação à deriva no Pacífico Sul, e "Baudolino" (2000, Baudolino), obra também pertencente ao género do romance histórico.

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