Cemitério de Elefantes

Livro 1

de Dalton Trevisan

editor: Relógio D'Água, abril de 1984
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A editora Relógio D’Água publicou em 1984 o único livro de Dalton Trevisan saído em Portugal, "Cemitério de Elefantes", com prefácio de Fernando Assis Pacheco e capa de João Botelho.

«Otto Lara Resende diz que "ninguém sabe quem é Dalton Trevisan. Deus mesmo não sabe e nem por isso se impacienta". Ele faz vida de "severo anacoreta" na Rua Emiliano Perneta, em Curitiba, de onde regularmente envia ao seu editor algum novo original. Há vinte e cinco anos mandava folhetos de cordel aos amigos. Nesse tempo Curitiba teria talvez metade da população que tem em 1984 e os bêbados eram levados por um tropismo indecifrável para o lugar de espera e torpor que Dalton Trevisan classifica como cemitério de elefantes. Com toda a probabilidade o cemitério continua onde estava, só os bêbados duplicaram de número. Curitiba passou o milhão de habitantes. (…)

E para nos dar esta Curitiba povoada por estes curitibanos tragicómicos, a um pelo do pícaro, Dalton Trevisan foi-se à eloquência e cravou-lhe a faca. Ironia, elipse, nenhuma cedência ao romantismo nem ao realismo mágico, aí estão outras armas brancas do escritor, afiadas à secretária-mesa-de-cela-monacal. Uma busca pela vivissecção?»

Cemitério de Elefantes

de Dalton Trevisan

Propriedade Descrição
ISBN: 9789727084326
Editor: Relógio D'Água
Data de Lançamento: abril de 1984
Idioma: Português
Dimensões: 146 x 203 x 6 mm
Páginas: 94
Tipo de produto: Livro
Coleção: Ficções
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789727084326
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável
Dalton Trevisan

Escritor e advogado brasileiro nascido a 14 de junho de 1925, em Curitiba. Licenciado em Direito, dedicou-se à escrita de contos, que publicava numa revista, intitulada Joaquim, dos anos quarenta. Fez também traduções de autores como Kafka e Proust para a mesma revista. A primeira publicação de uma obra sua aconteceu em 1959, com o título Novelas Nada Exemplares. Prefere escrever pouco mas com intensidade, daí que os seus contos sejam pequenos, mas reflitam aspetos profundos da, por vezes cruel, vida humana. O reconhecimento público das suas obras deu-se em 1968, ao vencer o Primeiro Concurso Nacional de Contos do Paraná. Em 1996, foi-lhe entregue o Prémio Ministério da Cultura pelo conjunto da sua obra.
Entre as suas obras estão Cemitério de Elefantes (1964), O Vampiro de Curitiba (1965), Guerra Conjugal (1969), Abismo de Rosas (1976), Crimes de Paixão (1978), Essas Malditas Mulheres (1982), A Polaquinha (1985, único romance do autor), Ah, é? (1994) e 234 (1997).

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