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Novelas Nada Exemplares

de Dalton Trevisan
Editor: Relógio D'Água, novembro de 2012 ‧
14,00€
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«Dalton Trevisan (...) pertence ao movimento de total renovação que transformou a literatura latino-americana, até recentemente considerada marginal e provinciana, numa das mais experimentais da atualidade.
Meticuloso, um tanto obsessivo, Dalton Trevisan persegue as sujas pegadas das suas personagens. As suas histórias (como certas narrativas de Melville e Kafka na interpretação de Borges) apresentam "fantasias de conduta".»
E. Rodriguez Monegal, The New York Times Book Review «… as suas curtas e irónicas epifanias atingem a revelação das elípticas personagens de Maupassant e Tchékhov.» Bruce Allen, Library Journal «Existe forte veio de erotismo nestas histórias. Não é exibicionista, mas funcional para as intenções do autor. É mesmo o símbolo absurdo da cidade, dos seus estreitos e confinados horizontes.» Thomas Lask, The New York Times «A reação que se tem ao ler Trevisan é uma espécie de raiva. Raiva da perfeição da discrição do autor, da sua absoluta invisibilidade moral, quando sabemos que ele deve estar à espreita, escondido atrás do seu estilo.» Michael Wood, The New York Times Book Review «Todas essas histórias sugerem que Curitiba, ao lado da Macondo de Gabriel García Márquez, deverá em breve surgir nos mapas dos norte-americanos que admiram a arte narrativa da América Latina.» Alan Cheuse, Los Angeles Times

Novelas Nada Exemplares

de Dalton Trevisan

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896413316
Editor: Relógio D'Água
Data de Lançamento: novembro de 2012
Idioma: Português
Dimensões: 151 x 234 x 13 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 176
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789896413316

SOBRE O AUTOR

Dalton Trevisan

Escritor e advogado brasileiro nasceu a 14 de junho de 1925, em Curitiba. Licenciado em Direito, dedicou-se à escrita de contos, que publicava numa revista, intitulada Joaquim, dos anos quarenta. Fez também traduções de autores como Kafka e Proust para a mesma revista. A primeira publicação de uma obra sua aconteceu em 1959, com o título Novelas Nada Exemplares. Preferiu escrever pouco mas com intensidade, daí que os seus contos sejam pequenos, mas reflitam aspetos profundos da, por vezes cruel, vida humana. O reconhecimento público das suas obras deu-se em 1968, ao vencer o Primeiro Concurso Nacional de Contos do Paraná. Em 1996, foi-lhe entregue o Prémio Ministério da Cultura pelo conjunto da sua obra. Em 2012 recebeu o Prémio Camões, o maior galardão de língua portuguesa.
. Faleceu a 9 de dezembro de 2024. Entre as suas obras estão Cemitério de Elefantes (1964), O Vampiro de Curitiba (1965), Guerra Conjugal (1969), Abismo de Rosas (1976), Crimes de Paixão (1978), Essas Malditas Mulheres (1982), A Polaquinha (1985, único romance do autor), Ah, é? (1994) e 234 (1997).

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