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Cadernos do Cárcere - Volume 2

Maquiavel, hegemonia, intelectuais

de Antonio Gramsci
Editor: Edições 70, Janeiro de 2026 ‧
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Enquanto esteve preso às mãos do regime fascista de Mussolini, entre 1926 e 1937, Antonio Gramsci preencheu dezenas de cadernos com milhares de apontamentos sobre os mais variados temas, da história à ciência política, da linguística à filosofia. Esse acervo de mais de 3000 páginas constitui um dos documentos mais impressionantes da época e uma contribuição incalculável para a teoria política do século XX.

Nesta edição, Carlos Carujo optou por agrupar os escritos mais representativos de Gramsci em dois grandes núcleos temáticos, separados em dois volumes. No segundo, o motivo unificador é a hegemonia, talvez o conceito pelo qual o pensador italiano é mais conhecido e através do qual marca as discussões futuras não só do marxismo como de diversos outros campos políticos e teóricos.

Cadernos do Cárcere - Volume 2

Maquiavel, hegemonia, intelectuais

de Antonio Gramsci

Propriedade Descrição
ISBN: 9789724427973
Editor: Edições 70
Data de Lançamento: Janeiro de 2026
Idioma: Português
Dimensões: 156 x 237 x 22 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 374
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Ciências Sociais e Humanas > Filosofia
EAN: 9789724427973

SOBRE O AUTOR

Antonio Gramsci

Nasceu em Ales, na Sardenha, a 22 de janeiro de 1891. Estudou na Faculdade de Letras da Universidade de Turim desde 1911 e em 1913 inscreveu-se no Partido Socialista. Em 1921, num contexto marcado pela Grande Guerra, pela Revolução Russa e pelas ocupações das fábricas em Turim, nasceu o Partido Comunista Italiano, de que Gramsci integra o primeiro Comité Central. Em 1924, depois de dirigir l’Ordine Nuovo, Gramsci lidera o L’Unità, no mesmo ano em que foi eleito para o Parlamento. Em 1926, a pretexto do «atentado Zamboni», foi detido. O Tribunal Especial Fascista, criação recente do regime de Mussolini, julgou-o por «instigação à guerra civil», incitamento ao ódio de classe e atividade conspirativa. «É preciso impedir que este cérebro funcione por 20 anos», conclui o Ministério Público na sua intervenção de acusação. Gramsci foi condenado a 20 anos, 4 meses e 5 dias de prisão, de onde sairá apenas em 1935, num regime de liberdade condicional por razões de saúde. Libertado finalmente em 1937, morreria seis dias depois, com 41 anos de idade.

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