As Ilhas Extraordinárias

Livro 1

de Gonzalo Torrente Ballester
Editor: Difel, abril de 1997 ‧
Um detective privado aceita o encargo de descobrir e desbaratar uma conspiração que ameaça o ditador de um minúsculo país, formado por três ilhas; aí descobre uma situação ditatorial quase caricatural, de uma notável perfeição técnica, entrevista-se com o ditador e percorre as ilhas por entre vagos indícios de uma conjura cada vez mais nebulosa.
Este é o início da irónica fábula que aqui se nos conta sabre o poder absoluto, ao qual não escapa nenhum aspecto da sociedade (militar, industrial, cultural, sexual). Na tradição das novelas e contos de Voltaire, o autor apresenta uma fantasia brincalhona, divertida e também amarga, inquietante que, no fundo, constitui uma reflexão sobre o poder político e as desumanas consequências a que pode conduzir.

«Uma irónica fábula sobre o poder absoluto, ao qual não escapa nenhum aspecto da sociedade (militar, industrial, cultural, sexual). Uma fantasia brincalhona, divertida e também amarga e inquietante, que constitui uma reflexão sobre o poder político e as desumanas consequências a que pode conduzir.»
Semanário

As Ilhas Extraordinárias

de Gonzalo Torrente Ballester

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722902915
Editor: Difel
Data de Lançamento: abril de 1997
Idioma: Português
Dimensões: 148 x 230 x 17 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 144
Tipo de produto: Livro
Coleção: Literatura Estrangeira
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789722902915
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

Gonzalo Torrente Ballester

Gonzalo Torrente Ballester (El Ferrol, 1910-1999 Salamanca) é um autor fundamental da literatura espanhola contemporânea. Estudou História na Universidade de Santiago, onde foi professor de Literatura a partir de 1940; dedicou quase toda a sua vida ao ensino e à literatura, quer em Espanha quer nos EUA. Dramaturgo, ensaísta, crítico e romancista, Ballester recebeu, entre muitos outros, os prémios Nacional de Literatura em 1981, o Príncipe das Astúrias em 1982 e o Miguel de Cervantes em 1985.

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