Amálgama
SINOPSE
CRÍTICAS DE IMPRENSA
A potência de alguns dos relatos que encontramos no livro deve tudo a essa aspereza tão cara à prosa do escritor… Enquanto contista, Fonseca arrebentou a coleira há muito tempo para seguir rosnando livremente por aí.<
André de Leones, O Estado de São Paulo
Amálgama, o novo livro de José Rubem Fonseca, tem, assim, um forte caráter experimental. Cada relato é uma experiência diferente em busca de uma nova posição diante da escrita. Todos parecem amputados – mas a verdade se diz sempre pelo meio. É ali onde o ficcionista fracassa que se pode abrir, sem que ele saiba disso, seu verdadeiro caminho.
José Castello, O Globo
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 978-989-676-120-2 |
| Editor: | Sextante Editora (chancela) |
| Data de Lançamento: | outubro de 2014 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 152 x 235 x 14 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 144 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Contos
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| EAN: | 978989676120210 |
| Idade Mínima Recomendada: | Não aplicável |
OPINIÃO DOS LEITORES
Leitura interessante
Joana Leal
Escrita seca, por vezes divertida, irónica. O protagonista de cada conto parece ser sempre uma mesma pessoa, embora com passado distinto. Uma espécie de alter ego (do autor?) que acompanha o leitor ao longo das páginas dos vários contos.
Mais um grande livro
António Simões
Mais um grande livro deste autor que eu adoro: Rubem Fonseca. Acho que todos devíamos ler um livro dele na vida e este pode ser um bom pontapé de saída. Recomendo!
Amálgama: um "murro no estômago"
Cláudia Sobral Azevedo
Ler "Amálgama" é como apanhar um "murro do estômago". Com uma concisão notável, o Ruben Fonseca espreita e põe a nu as imperfeições, as mentiras, os segredos e as loucuras, mas também as paixões que caracterizam o ser humano. Nesta obra, o autor brasileiro mistura obscenidades, crimes a sangue frio e o nome da mulher amada escrito "com letras de macarrão". O resultado é o "caldo" de que todos somos feitos. É impossível ficar indiferente.
pequenos contos de Fonseca
Claudino Moura
Este pequeno livro parece uma súmula do melhor que Fonseca escreveu ao longo do tempo. Contos curtos e pequenos poemas que se lêem rapida e avidamente. Os temas são os habituais no autor: amores chulos, assassinatos, droga a bas-fond da vida carioca, mas também o sentir das personagens, o seu sentido ético, a sua reflexão sobre o que fazem e sentem. Enfim, aqui estão pasmadas as virtudes e vilezas da humanidade.
Um dos Grandes Escritores de Língua Portuguesa
Carlos Santos Oliveira
Vencedor por várias vezes do Prémio Jabuti (maior galardão da Literatura Brasileira) o que sucedeu também com a presente obra. Galardoado igualmente com o Prémio Camões entre outros, Rubem Fonseca é um dos Grandes Escritores de Língua Portuguesa. Este seu último livro é um repositório dessa qualidade literária, onde a ironia e o escavar até à raiz as tara humanas se aliam a uma escrita concisa, produzindo um texto empolgante.
Mesmo uma amálgama!
Vasco Costa
Para quem já leu perto de uma dezena de livros do Rubem Fonseca, este desilude um pouco. Dá ideia que o autor disse: escrevi isto, publiquem porque sou o RF. Uma mistura de muita coisa que sabe a pouco.
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