Absinto, Ópio, Tabaco e Outros Fumos

Um livro de vícios

de Fernando Pessoa

editor: Editora Guerra & Paz, março de 2018
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Pouco nos interessa saber se Fernando Pessoa se embebedava, se afundava no ópio ou se espetou alguma agulha morfinómana no delicado braço. Neste livro, o que conta é a forma como os vícios, as drogas americanas que entontecem, lhe iluminam a escrita.
A presente antologia, alvarinha e desassossegada, nasceu da vontade de ter Fernando Pessoa no meio de nós, na rua, no café, onde ele possa fumar e beber. Tê-lo connosco, agora, enquanto ainda, em ruas e cafés, se possa fumar e beber. Ópio e morfina compram-se nas farmácias. Este livro de Fernando Pessoa compra-se nas livrarias. O que une tudo isto, livro, ópio e Pessoa, morfina, inocência e decadência, é serem, como ele mesmo disse, escadas para o sonho.
Este é um livro de vícios: pessoal e íntimo.

Absinto, Ópio, Tabaco e Outros Fumos

Um livro de vícios

de Fernando Pessoa

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897023736
Editor: Editora Guerra & Paz
Data de Lançamento: março de 2018
Idioma: Português
Dimensões: 150 x 229 x 9 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 112
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 9789897023736
Fernando Pessoa

Um dos maiores génios poéticos de toda a nossa literatura, conhecido mundialmente. A sua poesia acabou por ser decisiva na evolução de toda a produção poética portuguesa do século xx. Se nele é ainda notória a herança simbolista, Pessoa foi mais longe, não só quanto à criação (e invenção) de novas tentativas artísticas e literárias, mas também no que respeita ao esforço de teorização e de crítica literária. É um poeta universal, na medida em que nos foi dando, mesmo com contradições, uma visão simultaneamente múltipla e unitária da vida. É precisamente nesta tentativa de olhar o mundo duma forma múltipla (com um forte substrato de filosofia racionalista e mesmo de influência oriental) que reside uma explicação plausível para ter criado os célebres heterónimos – Alberto Caeiro, Álvaro de Campos e Ricardo Reis, sem contarmos ainda com o semi-heterónimo Bernardo Soares.
Fernando Pessoa nasceu em Lisboa em 1888 (onde virá a falecer) e aos 7 anos partiu para a África do Sul com a sua mãe e o padrasto, que foi cônsul em Durban. Aqui fez os estudos secundários, obtendo resultados brilhantes. Em fins de 1903 faz o exame de admissão à Universidade do Cabo. Com esta idade (15 anos) é já surpreendente a variedade das suas leituras literárias e filosóficas. Em 1905 regressa definitivamente a Portugal; no ano seguinte matricula-se, em Lisboa, no Curso Superior de Letras, mas abandona-o em 1907. Decide depois trabalhar como «correspondente estrangeiro». Em 1912 estreia-se na revista A Águia com artigos de natureza ensaística. 1914 é o ano da criação dos três conhecidos heterónimos e em 1915 lança, com Mário de Sá-Carneiro, José de Almada Negreiros e outros, a revista Orpheu, que dá origem ao Modernismo. Entre a fundação de algumas revistas, a colaboração poética noutras, a publicação de alguns opúsculos e o discreto convívio com amigos, divide-se a vida pública e literária deste poeta.
Pessoa marcou profundamente o movimento modernista português, quer pela produção teórica em torno do sensacionismo, quer pelo arrojo vanguardista de algumas das suas poesias, quer ainda pela animação que imprimiu à revista Orpheu (1915). No entanto, quase toda a sua vida decorreu no anonimato. Quando morreu, em 1935, publicara apenas um livro em português, Mensagem (no qual exprime poeticamente a sua visão mítica e nacionalista de Portugal), e deixou a sua famosa arca recheada de milhares de textos inéditos.

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