A Tragédia da Rua das Flores

de Eça de Queirós
Editor: Book Cover Editora, abril de 2021 ‧
Embora publicada postumamente em 1980, A Tragédia da Rua das Flores terá permanecido entre os manuscritos inéditos do autor, durante mais de 100 anos, após ter sido finalizada em 1878.

A história desenrola-se em torno de Joaquina, casada com Pedro da Ega, e que mais tarde viremos a conhecer por Genoveva.
Alguns anos após o seu casamento, Joaquina abandona o seu marido e o seu filho, passando por diferentes cidades e vários relacionamentos.

Vivia em Paris quando, após a queda de Napoleão Bonaparte e a morte do seu marido, regressa ulteriormente a Portugal, agora sob a identidade de Madame Genoveva de Molineux.

Em Portugal, volta a apaixonar-se, desta vez por um jovem de 23 anos. Um romance que, uma vez desvendada a verdadeira identidade do seu amante, lhe trará a maior das infelicidades e amargura.

Mais uma vez, voltamos a contar com Eça, que, em pleno domínio da sua técnica, sem receios e com sentido de humor, aborda os tabus da sociedade portuguesa de finais do século XIX.

A Tragédia da Rua das Flores

de Eça de Queirós

Propriedade Descrição
ISBN: 9789898898777
Editor: Book Cover Editora
Data de Lançamento: abril de 2021
Idioma: Português
Dimensões: 142 x 212 x 28 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 360
Tipo de produto: Livro
Coleção: Essenciais da Literatura Portuguesa
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789898898777

Um dos melhores de Eça

F.C.

A Tragédia da Rua das Flores não sendo um dos seus romances mais conhecidos, é sem dúvida um dos seus melhores. Trata uma relação incestuosa, um drama moral muito discutido por estas décadas, de uma forma soberba.

SOBRE O AUTOR

Eça de Queirós

Eça de Queiroz nasceu a 25 de novembro de 1845 na Póvoa de Varzim e é considerado um dos maiores romancistas de toda a literatura portuguesa, o primeiro e principal escritor realista português, renovador profundo e perspicaz da nossa prosa literária.
Entrou para o Curso de Direito em 1861, em Coimbra, onde conviveu com muitos dos futuros representantes da Geração de 70. Terminado o curso, fundou o jornal , em 1866, órgão no qual iniciou a sua experiência jornalística. Em 1871, proferiu a conferência «O Realismo como nova expressão da Arte», integrada nas Conferências do Casino Lisbonense e produto da evolução estética que o encaminha no sentido do Realismo-Naturalismo de Flaubert e Zola. No mesmo ano iniciou, com Ramalho Ortigão, a publicação de As Farpas, crónicas satíricas de inquérito à vida portuguesa.
Em 1872 iniciou a sua carreira diplomática, ao longo da qual ocupou o cargo de cônsul em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. Foi, pois, com o distanciamento crítico que a experiência de vida no estrangeiro lhe permitiu que concebeu a maior parte da sua obra romanesca, consagrada à crítica da vida social portuguesa e de onde se destacam O Primo Bazilio, O Crime do Padre Amaro, A Relíquia e Os Maias, este último considerado a sua obra-prima. Morreu a 16 de agosto de 1900, em Paris.

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