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A Condição Humana

de Hannah Arendt

editor: Relógio D'Água, abril de 2001
A filósofa judia alemã Hannah Arendt, que privou com Heidegger, Jaspers ou Walter Benjamin, autora de alguns dos melhores ensaios filosóficos e políticos do séc. XX, publicou em 1958 “A Condição Humana”, agora traduzida em português. É um ensaio sobre a acção do homem enquanto ser livre e plural. Hannah Arendt pega na expressão latina usada por Santo Agostinho, “vita activa”, decompõe-na em três actividades: o labor, a que corresponde o “animal laborans” - o homem e as suas necessidades biológicas; o trabalho, a que corresponde o “homo faber” - que domina a natureza através do emprego da técnica e acção - a que corresponde o “homo sapiens”, o homem no exercício pleno da cidadania num espaço de pluralismo. É aqui que o homem ganha a sua liberdade, ao agir.

« “A Condição Humana”, livro central do seu pensamento, afirma-se, nos primeiros capítulos, como uma crítica da modernidade, a partir da reflexão sobre ‘o que andamos a fazer’, e da discussão sistemática ‘do labor, do trabalho e da acção’, actividades que constituem traços essenciais da perenidade da condição humana. Arendt aponta para a recuperação de um mundo comum, a ágora, como espaço público do debate e do confronto entre iguais, pela reabilitação da política, a única resistência possível contra a alienação do mundo moderno, e, por inerência, do discurso, ‘pois é o discurso que faz do homem um ser político’.
António Brás, Público, “Mil Folhas”

A Condição Humana

de Hannah Arendt

Propriedade Descrição
ISBN: 9789727086375
Editor: Relógio D'Água
Data de Lançamento: abril de 2001
Idioma: Português
Dimensões: 137 x 211 x 27 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 412
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Ensaios
EAN: 9789727086375
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável
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A condiçao Humana

Fernanda Dias

Hannah Arendt será sempre uma das pioneiras. Excelente livro. recomendo, cinco estrelas.

e e e e E

Recheado de Referências

Ruben E.

Esta obra de Hannah Arendt está recheada de referências que patenteiam a sua larga sabedoria. O por-vezes-vago estilo literário assemelha-se àquele dos seus mentores, os quais terão influenciado o seu pensamento em maior medida. Não obstante o teor académico, alguns momentos lúcidos esclarecem aspetos da condição humana que estão profundamente arraigados na história da humanidade.

Hannah Arendt

Hannah Arendt nasceu em Hanôver, na Alemanha, em 1906. Estudou nas Universidades de Marburgo e Friburgo e doutorou-se em Filosofia na Universidade de Heidelberg, onde foi aluna de Karl Jaspers. Mudou-se para França em 1933. Em 1941, deslocou-se para os Estados Unidos da América, tornando-se cidadã norte-americana dez anos mais tarde. Foi professora convidada de várias universidades, incluindo Califórnia, Princeton, Columbia e Chicago, e professora catedrática na Graduate Faculty of the New School for Social Research. Recebeu a Guggenheim Fellowship, em 1952, e a Arts and Letters Grant do National Institute of Arts and Letters, em 1954.Hannah Arendt morreu em dezembro de 1975.

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