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A Capital

de Eça de Queiroz
Editor: 11 X 17, maio de 2015 ‧
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A Capital traz-nos as aventuras e desventuras de Artur Corvelo, um jovem sonhador e romântico que ambiciona uma carreira literária que lhe granjeará a fama e o elevará ao Olimpo da intelectualidade lisboeta. Depois de ter sido obrigado a interromper os estudos em Coimbra e a buscar abrigo na casa de duas velhas tias na província, onde a pacatez da vida rural o vai estiolando, uma inesperada herança permite a Artur realizar o seu sonho: mudar-se para a capital em busca da ambicionada glória nas letras. Mas a sociedade lisboeta que tanto deslumbra o jovem acaba por não ser exactamente como ele imagina…
Publicado postumamente, A Capital constitui um fabuloso retrato do meio social e intelectual da Lisboa de finais do século XIX, bem ao estilo mordaz e acutilante de Eça de Queirós.

A Capital

de Eça de Queiroz

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722530033
Editor: 11 X 17
Data de Lançamento: maio de 2015
Idioma: Português
Dimensões: 110 x 173 x 19 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 464
Tipo de produto: Livro
Coleção: 11X17
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789722530033
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

Retrato da sociedade

Antónia Capito

Livro sobre um sonho de um jovem que vindo da província deseja vingar na capital. Através desta obra, Eça pretendeu criticar a sociedade lisboeta da altura, sociedade que ele caracteriza de uma mneira cruel mas sempre com o estilo de Eça, irónico.

Fiz as pazes com Eça!

António

Depois de penar às páginas dos Maias( com uma nota no exame nacional ainda mais penosa), fiz as pazes com o maestro mor da língua.É difícil de simpatizar com a personagem principal, por causa do caricatural nível de indecisão, mas o estilo é sublime.Quanto à temática, prefiro o tratamento de Balzac nas suas Ilusões Perdidas

SOBRE O AUTOR

Eça de Queiroz

Eça de Queiroz nasceu a 25 de novembro de 1845 na Póvoa de Varzim e é considerado um dos maiores romancistas de toda a literatura portuguesa, o primeiro e principal escritor realista português, renovador profundo e perspicaz da nossa prosa literária.
Entrou para o Curso de Direito em 1861, em Coimbra, onde conviveu com muitos dos futuros representantes da Geração de 70. Terminado o curso, fundou o jornal , em 1866, órgão no qual iniciou a sua experiência jornalística. Em 1871, proferiu a conferência «O Realismo como nova expressão da Arte», integrada nas Conferências do Casino Lisbonense e produto da evolução estética que o encaminha no sentido do Realismo-Naturalismo de Flaubert e Zola. No mesmo ano iniciou, com Ramalho Ortigão, a publicação de As Farpas, crónicas satíricas de inquérito à vida portuguesa.
Em 1872 iniciou a sua carreira diplomática, ao longo da qual ocupou o cargo de cônsul em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. Foi, pois, com o distanciamento crítico que a experiência de vida no estrangeiro lhe permitiu que concebeu a maior parte da sua obra romanesca, consagrada à crítica da vida social portuguesa e de onde se destacam O Primo Bazilio, O Crime do Padre Amaro, A Relíquia e Os Maias, este último considerado a sua obra-prima. Morreu a 16 de agosto de 1900, em Paris.

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