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1984

The Dystopian Classic Reimagined With Cover Art By Shepard Fairey

de George Orwell
idioma: inglês
Editor: PENGUIN BOOKS LTD, julho de 2008 ‧
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Winston Smith works for the Ministry of Truth in London, chief city of Airstrip One. Big Brother stares out from every poster, the Thought Police uncover every act of betrayal. When Winston finds love with Julia, he discovers that life does not have to be dull and deadening, and awakens to new possibilities.

'Right up there among my favourite books . . . I read it again and again' Margaret Atwood

'More relevant to today than almost any other book that you can think of' Jo Brand

1984

The Dystopian Classic Reimagined With Cover Art By Shepard Fairey

de George Orwell

Propriedade Descrição
ISBN: 9780141036144
Editor: PENGUIN BOOKS LTD
Data de Lançamento: julho de 2008
Idioma: Inglês
Dimensões: 110 x 182 x 19 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 336
Tipo de produto: Livro
Coleção: Penguin Essentials
Classificação Temática: Livros em Inglês > Literatura > Ficção Científica
Livros em Inglês > Outros
EAN: 9780141036144

"Big Brother is watching you"

Sofia Micalli

Na sociedade descrita neste livro, todas as pessoas estão sob vigilância das autoridades, onde cada passo e pensamento é controlado, sendo constantemente lembrados desse pormenor através da propaganda do Estado: “Big Brother is watching you”. A distopia de Orwell faz-nos lembrar, de forma análoga, a sociedade em que vivemos, que também nos vigia e controla.

Clássico

Igor Veloso

O clássico de George Orwell, culpado por inspirar várias obras de cinema, literatura e gaming além de algumas facções políticas que o usam como um manual. O que gostei tanto como a história é a capa. Não sou o único que olhou para esta edição e sentiu uma vontade instintiva de comprar. Antes da história, tem uma introdução pelo professor inglês Peter Davidson e acaba com um apêndice sobre o Newspeak. Para os mais socialmente paranóicos, é um livro obrigatório. Para todos os que acima de tudo gostam de um bom livro, também.

Marcante!!

Maria Pereira

Andava já há algum tempo para comprar este livro e ainda bem que o fiz! Retrata uma realidade assustadoramente real e está escrito de uma forma exemplar que nos faz não o conseguir parar de ler!! Tem também um encadernamento que ao vivo é ainda mais incrível!

Marcante e obrigatório...

Marta Ferreira

Um livro escrito nos anos 40 com a previsão de um futuro assustador para o ano de 1984. Este livro é tão relevante e actual que se torna quase assustador. A sociedade descrita parece-se tanto com a sociedade em que vivemos, que não podemos deixar de pensar se Orwell seria apenas um génio ou então um viajante no tempo. Seja como for, este livro é um clássico que vale mesmo a pena.

Incrível!

Helena Rodrigues

Tinha curiosidade sobre este livro já há alguns anos. Finalmente ganhei coragem, comprei e li - de uma assentada. Excelente, e incrivelmente muito atual. Caminharemos nós para este tipo de sociedade? Se calhar já estivemos mais longe...

Livro obrigatório

Henrique Bolhão

1984 é um dos livros mais marcantes que já li. Retrata uma sociedade autoritária e fechada, um pouco parecida com a Coreia do Norte. O final é algo extremamente chocante e magnífico.

SOBRE O AUTOR

George Orwell

Nascido em junho de 1903, no início de um século marcado por duas guerras mundiais, o estalinismo e o nazismo, George Orwell resume na sua obra os sonhos e pesadelos do mundo ocidental nesse período.
Nasceu Eric Arthur Blair em Motihari, na Índia Britânica. O pai era um funcionário subalterno inglês e a mãe tinha origem francesa.
Após o regresso dos pais a Inglaterra, estudou na escola Henley-on-Thames, onde se distinguiu pela relativa pobreza e pelo brilhantismo intelectual.
Frequentou depois duas importantes escolas inglesas, Wellington e Eton College, onde teve como colegas Cyril Connolly e Anthony Powell. Aldous Huxley foi seu professor. Mais tarde Orwell resumiu essa experiência como "cinco anos num banho tépido de snobismo". Mas foi nessa época que conheceu duas obras que o influenciaram, A Ilha do Doutor Moreau, de H. G. Wells, e O Tacão de Ferro, de Jack London.
Ao abandonar Eton, decidiu não ir para Oxford e entrar na polícia birmanesa, embarcando para as Índias. Nos cinco anos que se seguiram, descobriu a realidade do imperialismo e recolheu material para Dias Birmaneses e para ensaios tão originais como "Matar Um Elefante" e "Um Enforcamento".
Regressado à Europa, frequentou os bairros pobres de Londres, instalando-se em Paris na Primavera de 1928. Atingido por uma pneumonia, foi internado num hospital, cujas condições terríveis inspiraram o ensaio "Como Morrem os Pobres". A convivência com os pobres e os vagabundos forneceu-lhe material para Na Penúria em Paris e em Londres, que publicou em 1933 com o pseudónimo George Orwell.
Em 1936, o Left Book Club propôs-lhe escrever um livro sobre as condições dos operários no Norte do país. Partilhou a vida dos mineiros e confirmou as suas convicções socialistas. Escreveu numerosos artigos numa abordagem que considerava "semi-sociológica", casou com Eileen O'Shaughnessy e correspondeu-se com Henry Miller, que apreciava a sua obra e ironizava com o seu idealismo. Em 1937, decidiu combater em Espanha ao lado dos republicanos, mas, em vez de se juntar às Brigadas Internacionais, ingressou na milícia do POUM, um grupo marxista heterodoxo, lutando na frente de Aragão. Foi ferido, assistindo na convalescência à eliminação pelo Partido Comunista, apoiado pela URSS, das milícias anarquistas e do POUM. Descreveu essa experiência em Homenagem à Catalunha (1938), que lhe valeu inúmeras calúnias.
Em 1939, começou por se opor à participação da Grã-Bretanha na guerra, mas depressa se voltou contra os pacifistas, acusando-os de fazerem o jogo de Hitler. A partir de 1940, fez crítica teatral e de cinema, colaborou na Partisan Review e escreveu notáveis ensaios literários sobre Dickens, Tolstoi e Shakespeare. Em 1942-43, trabalhou para o serviço indiano da BBC, uma experiência que acabaria por o dececionar.
Em 1945, publicou Rebelião na Quinta, que, com Mil Novecentos e Oitenta e Quatro, seria um libelo contra o totalitarismo estalinista que ameaçava a Europa. Em junho de 1944, o seu apartamento foi destruído nos bombardeamentos de Londres.
Em 1945, após a derrota de Hitler, foi correspondente do Observer em França e na Alemanha. Foi nesse período que a sua mulher faleceu durante uma operação. Em 1948, terminou Mil Novecentos e Oitenta e Quatro, escrito ao longo de vinte e sete meses, marcados por internamentos em sanatórios por causa da tuberculose.
Em outubro de 1949, casou com Sonia Brownell. Morreu no ano seguinte. Tinha 46 anos.

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