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Todo-O-Mundo eBook

de Philip Roth
Livro eBook
Editor: Dom Quixote, Janeiro de 2014 ‧
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O novo romance de Philip Roth é uma história iniludivelmente íntima, embora universal, de perda, arrependimento e estoicismo. O autor de sucessos editoriais como A Conspiração contra a América, desvia agora a sua atenção do «encontro pungente de uma família com a história» (New York Times) para a vida de combate de um homem contra a mortalidade.

O destino do homem de Roth (everyman) é traçado logo a partir do primeiro e chocante confronto deste com a morte, nas praias idílicas dos seus verões de infância, passando pelas provações familiares e pelos sucessos profissionais da sua vigorosa idade adulta e terminando na velhice, em que se sente dilacerado pela decadência dos seus contemporâneos e perseguido pelos seus próprios padecimentos físicos.

Criativo de sucesso numa agência de publicidade de Nova Iorque, é pai de dois filhos, de um primeiro casamento, que o desprezam, e de uma filha, de um segundo casamento, que o adora. É o irmão querido de um bom homem, cuja boa forma física virá a despertar nele uma amarga inveja, e é o solitário ex-marido de três mulheres muito diferentes com quem teve casamentos desastrosos.

É, afinal, um homem que se tornou naquilo que não quer ser. Todo-o-Mundo vai buscar o seu título a uma peça teatral alegórica de um autor anónimo do século xv, um clássico da dramaturgia inglesa antiga, que tem por tema a chamada dos vivos à presença da morte.

Todo-O-Mundo

de Philip Roth

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722054171
Editor: Dom Quixote
Data de Lançamento: Janeiro de 2014
Idioma: Português
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Português > Literatura > Ficção
EAN: 9789722054171
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

Um homem frágil e imperfeito que simboliza toda a humanidade

Na Cama com os Livros

"Todo-o-Mundo” é um livro honesto e simples, focado num homem que se recusa a conformar-se com a morte, mas que acaba por aceitá-la e vai visitá-la ao local que para ele a simboliza. Não esperem narrativas intrincadas, nem personagens maiores que a vida. Aqui apenas há lugar para o homem, a vida e a morte. As últimas páginas do livro são avassaladoramente emocionantes. A sensibilidade contida na fria e racional escrita de Roth, a simplicidade da cena, a entrega absoluta do protagonista, torna cada linha inesquecível. Um momento que não pode passar despercebido a quem o lê.

Fiquei perplexo

Luís B. Santos

Não conhecia o autor. A escrita é algo complicada. Só percebo que, para o autor, tudo é igual para todos, mas apenas surjem diferenças na desorganização de cada um.

TODO-O-MUNDO

MR

Todo-o-mundo é mesmo todo-o-mundo. Uma história comum que acaba por ser banal por ser um pouco de todos nós. Amor, felicidade, sofrimento, trabalho, lazer...Não vi no livro nada mais que aquilo que acontece a todos. No entanto, na parte final, cabe-me dizer que achei interessante a perspectiva que o autor deixa ( e que não se pode negar, é real) sobre o sentido da vida...que é o seu fim incontornável. A desordem de como todos nós passamos pelo mesmo é a única coisa que nos distingue uns dos outros. E com isso, a forma como encaramos o fim.

SOBRE O AUTOR

Philip Roth

Philip Roth nasceu em Newark, Nova Jérsia, a 19 de março de 1933. Segundo filho de americanos de segunda geração, Beth e Herman Roth, Roth cresceu na comunidade predominantemente judia de Weequahic, bairro a que regressaria muitas vezes na sua escrita. Depois de concluir o ensino secundário na Weequahic High School em 1950, frequentou a Universidade Bucknell, na Pensilvânia, e a Universidade de Chicago, onde recebeu uma bolsa de estudos para concluir o seu mestrado em Literatura Inglesa.
Em 1959, Roth publicou Goodbye, Columbus – coletânea que reúne uma novela e cinco contos – obra pela qual recebeu o National Book Award. Dez anos depois, o seu quarto romance, O Complexo de Portnoy, proporcionou a Roth o êxito crítico e comercial, consolidando firmemente a sua reputação como um dos melhores jovens escritores da América. Roth é autor de trinta e um livros, incluindo aqueles que acompanharam os destinos de Nathan Zuckerman e de um narrador imaginário chamado Philip Roth, através dos quais explorou, dando-lhes voz, as complexidades da experiência americana nos séculos XX e XXI.
O duradouro contributo de Roth para a literatura foi amplamente reconhecido ao longo da sua vida, tanto nos Estados Unidos como no estrangeiro. Entre outros galardões, recebeu o Prémio Pulitzer, o International Man Booker Prize, foi por duas vezes o vencedor do National Book Critics Circle Award e do National Book Award, e foi distinguido com a Medalha Nacional das Artes e com a Medalha Nacional de Humanidades pelos Presidentes Clinton e Obama, respetivamente.
Philip Roth morreu a 22 de maio de 2018, com oitenta e cinco anos, tendo cessado seis anos antes a sua carreira de escritor.

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