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Que Cada Cosa Cruel Sea Tú Que Vuelves (Flash Poesía) eBook

de Julio Cortázar
idioma: espanhol
Editor: Random House, junho de 2018 ‧
2,99€
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DISPONIBILIDADE IMEDIATA
Ebook para wook reader
Que cada cosa cruel sea tú que vuelves, de la colección «Poesía portátil» constituye una ventana a la poesía de uno de los escritores argentinos más relevantes del siglo XX. La obra de Julio Cortázar es uno de los pilares de la literatura de habla hispana del siglo XX. Conocido especialmente por sus cuentos y novelas, el autor argentino era un poeta hasta cuando escribía en prosa y supo imprimir en sus versos la misma emoción que conmocionó en obras como Rayuela. ------- «No me des tregua, no me perdones nunca.Hostígame en la sangre, que cada cosa cruel sea tú que vuelves. íNo me dejes dormir, no me des paz!Entonces ganaré mi reino,naceré lentamente.No me pierdas como una música fácil, no seas caricia ni guante;tállame como un sílex, desespérame.» -------

Que Cada Cosa Cruel Sea Tú Que Vuelves (Flash Poesía)

de Julio Cortázar

Propriedade Descrição
ISBN: 9788439734628
Editor: Random House
Data de Lançamento: junho de 2018
Idioma: Espanhol
Páginas: 72
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Coleção: Flash Poesía
Classificação Temática: eBooks em Espanhol > Literatura > Poesia
EAN: 9788439734628
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Julio Cortázar

Escritor argentino, Julio Cortazár nasceu a 26 de agosto de 1914, em Bruxelas, na Bélgica, durante uma viagem de negócios empreendida pelos seus pais. Em 1918 a família regressou a Buenos Aires, onde Cortázar veio a estudar, obtendo, em 1935, habilitações como professor do ensino secundário pela Escuela Normal de Professores Mariano Acosta. Ingressou depois na Universidade de Buenos Aires e deu aulas nas escolas secundárias de Bolívar, de Chivilcoy e de Mendonza.
Em 1944 conseguiu uma posição como professor de Literatura Francesa na Universidade de Cuyo, em Mendonza, onde se envolveu numa manifestação contra a política populista e sindicalista de Juan Domingo Peron, pelo que foi encarcerado. Posto em liberdade pouco tempo depois, viu, no entanto, vedada a sua carreira académica. Assumiu então, e em 1946, a direção de uma editora em Buenos Aires, funções que desempenhou até 1948, altura em que completou a sua licenciatura em Direito e Línguas. Cortázar passou então a trabalhar como tradutor.
Em 1949 publicou a sua primeira obra digna de interesse, Los Reyes, um longo poema narrativo em que utilizava arquétipos como o Minotauro e o Labirinto de Creta. Em 1951, época em que o regime de Peron se estabelecia como ditadura, publicou numa revista mantida por Jorge Luis Borges, a Los Anales de Buenos Aires, a sua primeira coletânea de contos, com o título Bestiário (1951).
Nesse mesmo ano, e em resultado das perseguições que lhe foram movidas, o autor optou pelo exílio, mudando para Paris, cidade que não mais abandonaria. A partir de 1952 passou a trabalhar para a UNESCO como tradutor independente.
Continuou a publicar coletâneas de contos, como Final de Juego (1956), Las Armas Secretas (1959), obra que viria a ser adaptada para cinema pelo realizador italiano Michelangelo Antonioni, com o título Blow Up, em 1966. Em 1960 consagrou-se também como romancista, com o aparecimento de Los Premios, obra em que contava o rumo de um grupo de pessoas que ganham como prémio de lotaria um cruzeiro-surpresa. O seu romance mais conhecido, Rayuela, seria publicado em 1963. A obra, original e imaginativa, influenciou significativamente a literatura da América Latina.
Em 1973 empreendeu uma longa viagem pela América do Sul, visitando países como o Peru, o Equador, o Chile e a Argentina, como investigador das violações dos direitos humanos no continente, apoiando, com os ganhos resultantes da venda das suas obras, os Sandinistas e as famílias de prisioneiros políticos.
Em 1975 lecionou, como professor convidado, nas Universidades de Oklahoma e do Barnard College de Nova Iorque. Em 1981 tomou a nacionalidade francesa e, dois anos depois, foi-lhe autorizado visitar de novo a Argentina.
Faleceu a 12 de fevereiro de 1984, em Paris. Embora seja geralmente aceite como causa da sua morte uma leucemia, existe também a opinião de que o autor tenha sido vítima de SIDA, nesse tempo ainda não diagnosticável.

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