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Quando Ela Era Boa eBook

de Philip Roth
Livro eBook
Editor: Dom Quixote, novembro de 2016 ‧
12,99€
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Ebook para wook reader
Quando era pequena, Lucy Nelson viu o pai, falhado e alcoólico, ir para a prisão. Desde então, tenta regenerar os homens que a rodeiam, mesmo que isso signifique, em última análise, a sua própria destruição. Com os retratos certeiros que traça de Lucy Nelson e de Roy, seu marido infeliz e infantil, Roth criou uma obra implacável de realismo ficcional, uma visão simultaneamente impiedosa e compreensiva de uma certa América provinciana, com a sua religiosidade, a sua nostalgia e o seu desencanto.

Quando Ela Era Boa

de Philip Roth

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722061568
Editor: Dom Quixote
Data de Lançamento: novembro de 2016
Idioma: Português
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Português > Literatura > Memórias e Testemunhos
EAN: 9789722061568
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

Excelente obra

Juliana

Philip Roth tem o dom da escrita simples. Mas não se deixem enganar, porque a sua escrita não é, de todo, simplicista. "Quando ela era boa" é disso exemplo. Um romance escrito de maneira simples mas poderoso na mensagem que o autor quer passar. Senti tudo ao ler este romance, desde tristeza, raiva, solidariedade, dó, revolta, etc.. Questionei muitas vezes a sanidade mental da Lucy. Acho que é intencional. Acho que Roth quis isso mesmo. Confrontar-nos com a "loucura" de Lucy. Mostrar-nos que as vivências da infância e a educação têm um impacto muito forte na idade adulta. Vale bem a pena a leitura. Está aqui um "dramalhão" cheio de ensinamentos.

Um Boa Obra

Paula Dinora P. Dias

Um enredo que gira em torno de uma família americana e que nos "puxa" do princípio ao fim.

Teorema Roth

Ricardo Castro Ferreira

Neste romance de Philip Roth o leitor é conduzido pelo narrador, numa trama tão subtil quanto cristalina, a contemplar as paixões e vicissitudes de uma família da América profunda, em particular de Lucy, a protagonista. O retrato traçado tem o dom de nunca moralizar, nem se tornar apenas uma análise fria das situações narradas. Ao longo da história somos "confrontados" com diversos pontos de vista e, por vezes, a focalização é conseguida de tal modo que quase acompanhamos por dentro o deambular existencial das personagens. Um romance a não perder, onde a literatura se apresenta com letra maiúscula.

SOBRE O AUTOR

Philip Roth

Philip Roth nasceu em Newark, Nova Jérsia, a 19 de março de 1933. Segundo filho de americanos de segunda geração, Beth e Herman Roth, Roth cresceu na comunidade predominantemente judia de Weequahic, bairro a que regressaria muitas vezes na sua escrita. Depois de concluir o ensino secundário na Weequahic High School em 1950, frequentou a Universidade Bucknell, na Pensilvânia, e a Universidade de Chicago, onde recebeu uma bolsa de estudos para concluir o seu mestrado em Literatura Inglesa.
Em 1959, Roth publicou Goodbye, Columbus – coletânea que reúne uma novela e cinco contos – obra pela qual recebeu o National Book Award. Dez anos depois, o seu quarto romance, O Complexo de Portnoy, proporcionou a Roth o êxito crítico e comercial, consolidando firmemente a sua reputação como um dos melhores jovens escritores da América. Roth é autor de trinta e um livros, incluindo aqueles que acompanharam os destinos de Nathan Zuckerman e de um narrador imaginário chamado Philip Roth, através dos quais explorou, dando-lhes voz, as complexidades da experiência americana nos séculos XX e XXI.
O duradouro contributo de Roth para a literatura foi amplamente reconhecido ao longo da sua vida, tanto nos Estados Unidos como no estrangeiro. Entre outros galardões, recebeu o Prémio Pulitzer, o International Man Booker Prize, foi por duas vezes o vencedor do National Book Critics Circle Award e do National Book Award, e foi distinguido com a Medalha Nacional das Artes e com a Medalha Nacional de Humanidades pelos Presidentes Clinton e Obama, respetivamente.
Philip Roth morreu a 22 de maio de 2018, com oitenta e cinco anos, tendo cessado seis anos antes a sua carreira de escritor.

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