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Poemas Escolhidos de Alberto Caeiro eBook

de Fernando Pessoa
Livro eBook
Editor: Assírio & Alvim, agosto de 2013 ‧
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A poesia de Alberto Caeiro junta a liberdade de composição à novidade de pensamento. A sua incondicional afirmação das sensações como o único modo justo de estar no mundo oferece uma referência de base aos outros autores do universo pessoano, o real e os fictícios, que o consideram o Mestre. Este volume apresenta na íntegra os 49 poemas que compõem O Guardador de Rebanhos, a obra-prima do suposto pastor e poeta da Natureza, e uma seleção dos poemas que figuram em O Pastor Amoroso e Poemas Inconjuntos.

Poemas Escolhidos de Alberto Caeiro

de Fernando Pessoa

Propriedade Descrição
ISBN: 978-972-37-1720-4
Editor: Assírio & Alvim
Data de Lançamento: agosto de 2013
Idioma: Português
Páginas: 168
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Coleção: Pessoa Breve
Classificação Temática: eBooks em Português > Literatura > Poesia
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

Caeiro

Pedro

Não é o meu heterónimo preferido, mas não deixa de ser o Mestre.

O Descobridor da Natureza

Cláudia Ferreira

" Ainda assim, sou alguém. Sou o Descobridor da Natureza. Sou o Argonauta das sensações verdadeiras. Trago ao Universo um novo Universo Porque trago ao Universo ele próprio." Acho que não há citação que descreva melhor o heterónimo Alberto Caeiro. A sua simples e pura visão que tinha das coisas, e a descomplicação que fazia delas, realmente cativadora, e que me dá que pensar.

O melhor heterónimo

Sandra Reis

Sempre bom reler o que de melhor Pessoa/Caeiro escreveu, o sentido dos valores e o gosto pela natureza. A sua poesia é simples, afinal, Caeiro não estudou além da escola primária!

Poemas Escolhidos de Alberto Caeiro

Liliana

Óptima compilação de poemas de Alberto Caeiro, bem organizada e fácil de consultar. Num só livro uma viagem de referência pelo melhor deste autor.

SOBRE O AUTOR

Fernando Pessoa

Um dos maiores génios poéticos de toda a nossa literatura, conhecido mundialmente. A sua poesia acabou por ser decisiva na evolução de toda a produção poética portuguesa do século xx. Se nele é ainda notória a herança simbolista, Pessoa foi mais longe, não só quanto à criação (e invenção) de novas tentativas artísticas e literárias, mas também no que respeita ao esforço de teorização e de crítica literária. É um poeta universal, na medida em que nos foi dando, mesmo com contradições, uma visão simultaneamente múltipla e unitária da vida. É precisamente nesta tentativa de olhar o mundo duma forma múltipla (com um forte substrato de filosofia racionalista e mesmo de influência oriental) que reside uma explicação plausível para ter criado os célebres heterónimos – Alberto Caeiro, Álvaro de Campos e Ricardo Reis, sem contarmos ainda com o semi-heterónimo Bernardo Soares.
Fernando Pessoa nasceu em Lisboa em 1888 (onde virá a falecer) e aos 7 anos partiu para a África do Sul com a sua mãe e o padrasto, que foi cônsul em Durban. Aqui fez os estudos secundários, obtendo resultados brilhantes. Em fins de 1903 faz o exame de admissão à Universidade do Cabo. Com esta idade (15 anos) é já surpreendente a variedade das suas leituras literárias e filosóficas. Em 1905 regressa definitivamente a Portugal; no ano seguinte matricula-se, em Lisboa, no Curso Superior de Letras, mas abandona-o em 1907. Decide depois trabalhar como «correspondente estrangeiro». Em 1912 estreia-se na revista A Águia com artigos de natureza ensaística. 1914 é o ano da criação dos três conhecidos heterónimos e em 1915 lança, com Mário de Sá-Carneiro, José de Almada Negreiros e outros, a revista Orpheu, que dá origem ao Modernismo. Entre a fundação de algumas revistas, a colaboração poética noutras, a publicação de alguns opúsculos e o discreto convívio com amigos, divide-se a vida pública e literária deste poeta.
Pessoa marcou profundamente o movimento modernista português, quer pela produção teórica em torno do sensacionismo, quer pelo arrojo vanguardista de algumas das suas poesias, quer ainda pela animação que imprimiu à revista Orpheu (1915). No entanto, quase toda a sua vida decorreu no anonimato. Quando morreu, em 1935, publicara apenas um livro em português, Mensagem (no qual exprime poeticamente a sua visão mítica e nacionalista de Portugal), e deixou a sua famosa arca recheada de milhares de textos inéditos.

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