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O Marinheiro Que Perdeu as Graças do Mar eBook

de Yukio Mishima
Livro eBook
Editor: Livros do Brasil, março de 2021 ‧
10,99€
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Ebook para wook reader
Rapazes de treze anos, Noboru e o seu grupo rejeitam os valores do mundo dos adultos, tão voláteis às paixões, tão desligados do verdadeiro sentido da existência. Quando a sua mãe conhece o marinheiro Ryuji e se envolve com ele, o rapaz fascina-se com as histórias de aventuras no alto-mar, com a coragem e a calma daquele homem, com a solidez do seu corpo. Mas o grupo não se rende facilmente a encantos e, assim que o marinheiro desilude os seus ideais fundamentalistas, montam e põem em marcha um cruel plano de vingança. Um dos mais breves e poderosos romances da obra de Yukio Mishima, O Marinheiro Que Perdeu as Graças do Mar foi publicado originalmente em 1963, revelando um olhar de um radicalismo brutal sobre a honra perdida de uma sociedade japonesa irremediavelmente transformada pela guerra.

O Marinheiro Que Perdeu as Graças do Mar

de Yukio Mishima

Propriedade Descrição
ISBN: 978-989-711-071-9
Editor: Livros do Brasil
Data de Lançamento: março de 2021
Idioma: Português
Páginas: 136
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Coleção: Dois Mundos
Classificação Temática: eBooks em Português > Literatura > Romance
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

Um Romance Cruel

Jorge Reis Cordeiro

Ao contrário de muitos livros de autores asiáticos "O Marinheiro Que Perdeu as Graças do Mar" é um livro acessível, de leitura fácil, mas imbuído de uma estranha gravitas. Além disso, é um livro cruel. A história é breve e centrada no romance entre uma viúva e um simples marinheiro mercante. O romance, bastante realista e desprovido de adereços de embelezamento, é apenas interrompido pela presença do filho da viúva e dos seus colegas de escola (todos miúdos de 13 anos), que numa atitude de reverência/repugnância para com o marinheiro leva a cenas de contraste com uma violência desconcertante. É difícil em tão poucas páginas condensar uma história que nos apaixona e ao mesmo tempo nos dá a volta ao estômago. A escrita de Mishiko é excepcional, mas aqui há também que enaltecer o deslumbrante trabalho de tradução a cargo de Carlos Leite, que conseguiu colocar a história num Português deliciosamente fluido e melífluo.

Muito bom

Maria

Neste livro percebe-se o problema do autor com a sociedade. Apesar de tudo, e de haver algumas cenas macabras, o que é facto é que ainda é uma realidade em pleno século XXI. Acho que é de leitura obrigatória

Muito bom!

H. Sobreiro

Não consigo explicar o que me prendeu tanto a este livro... Adorei a escrita, e acho mesmo que é melhor do que a que vemos em O Templo Dourado. É qualquer coisa de fenomenal conseguir ouvir o mar quando estou a ler a introspeção de Ryuji.

SOBRE O AUTOR

Yukio Mishima

Yukio Mishima, novelista e dramaturgo, pseudónimo de Kimitake Hiraoka, nasceu em Tóquio em 1925 e suicidou-se de forma mediática, praticando o ritual japonês seppuku, a 25 de novembro de 1970, manifestando assim a sua discordância perante o abandono das tradições japonesas e a aceitação acrítica de modelos consumistas ocidentais. O idealismo que enforma a sua obra e conduzirá a sua vida está enraizado no tradicionalismo militar e espiritual dos samurais, e a sua conceção da arte liga-se a um elevado culto da alma e do corpo. Mishima é um dos mais conhecidos escritores japoneses, várias vezes apontado como candidato ao Prémio Nobel da Literatura, e autor de obras inesquecíveis como Confissões de Uma Máscara (1949), O Templo Dourado (1956) ou O Marinheiro Que Perdeu as Graças do Mar (1963).

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