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Novelas Policiárias: uma antologia eBook

de Fernando Pessoa
Livro eBook
Editor: Assírio & Alvim, março de 2017 ‧
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As novelas de detetives, que Pessoa designa pelo neologismo «policiárias», constituem um surpreendente e pouco divulgado género da sua obra. Os trechos aqui antologiados, bem como o prefácio previsto para a sua publicação, são marcados pela presença de uma personagem de raciocinador sofisticado, Abílio Quaresma, «médico sem clínica» e «matemático da realidade». E alguns deles estão entre os mais extraordinários escritos por Fernando Pessoa.

Conheça os outros títulos da coleção Pessoa breve na nossa página especial.

Novelas Policiárias: uma antologia

de Fernando Pessoa

Propriedade Descrição
ISBN: 978-972-37-1962-8
Editor: Assírio & Alvim
Data de Lançamento: março de 2017
Idioma: Português
Páginas: 200
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Coleção: Pessoa Breve
Classificação Temática: eBooks em Português > Literatura > Policial e Thriller
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

Fernando Pessoa. Polícial.

Luís

Novelas Policiárias: uma antologia, é uma surpreendente coletânea que revela uma faceta oculta e brilhante de Fernando Pessoa.

Mistério?

FMO

Um livro pouco conhecido do grande Fernando Pessoa cheio de personagens e mistérios envolventes . Imperdível para os amantes de Fernando Pessoa , da boa literatura e mistério

Excelente antologia

Pedro AC

Uma excelente antologia das novelas policiárias de Fernando Pessoa. Uma edição económica com os contos do detective Quaresma, uma leitura imprescindível e muito recomendável.

Fernando Pessoa

JA

Pessoa é um dos mais notáveis escritores portugueses de todos os tempos. Além de um escritor brilhante é uma das personalidades portuguesas mais carismáticas. Nas páginas desta brilhante colectânea de novelas policiais escritas por Pessoa, somos transportados a um mundo pouco conhecido deste escritor. Num estilo de conto policial clássico, Pessoa conduz-nos pelos meandros da atividade criminosa e da sequente investigação policial. O desafio de encontrar o criminoso antes do final, prende-nos desde o início.

Novelas Policiárias: uma antologia

Carlos santos

Muito interessante. Nunca pensei ler Policiais do Fernando Pessoa. Fiquei fã.

descobrimento

J.A.Romo

Eu, leitor estrangeiro, espanhol..., conhecedor do Pessoa poeta, dos heterónimos, do Pessoa menos próximo, menos fácil... E aparece este, que sem esquecer o Pessoa de sempre, dá-lhe uma nova face, uma nova imagem que eu não conhecia, escritor de policial, um género pouco imaginável que pudesse estar ligado ao nome Pessoa. Como digo, um grande e muito agradável descobrimento.

SOBRE O AUTOR

Fernando Pessoa

Um dos maiores génios poéticos de toda a nossa literatura, conhecido mundialmente. A sua poesia acabou por ser decisiva na evolução de toda a produção poética portuguesa do século xx. Se nele é ainda notória a herança simbolista, Pessoa foi mais longe, não só quanto à criação (e invenção) de novas tentativas artísticas e literárias, mas também no que respeita ao esforço de teorização e de crítica literária. É um poeta universal, na medida em que nos foi dando, mesmo com contradições, uma visão simultaneamente múltipla e unitária da vida. É precisamente nesta tentativa de olhar o mundo duma forma múltipla (com um forte substrato de filosofia racionalista e mesmo de influência oriental) que reside uma explicação plausível para ter criado os célebres heterónimos – Alberto Caeiro, Álvaro de Campos e Ricardo Reis, sem contarmos ainda com o semi-heterónimo Bernardo Soares.
Fernando Pessoa nasceu em Lisboa em 1888 (onde virá a falecer) e aos 7 anos partiu para a África do Sul com a sua mãe e o padrasto, que foi cônsul em Durban. Aqui fez os estudos secundários, obtendo resultados brilhantes. Em fins de 1903 faz o exame de admissão à Universidade do Cabo. Com esta idade (15 anos) é já surpreendente a variedade das suas leituras literárias e filosóficas. Em 1905 regressa definitivamente a Portugal; no ano seguinte matricula-se, em Lisboa, no Curso Superior de Letras, mas abandona-o em 1907. Decide depois trabalhar como «correspondente estrangeiro». Em 1912 estreia-se na revista A Águia com artigos de natureza ensaística. 1914 é o ano da criação dos três conhecidos heterónimos e em 1915 lança, com Mário de Sá-Carneiro, José de Almada Negreiros e outros, a revista Orpheu, que dá origem ao Modernismo. Entre a fundação de algumas revistas, a colaboração poética noutras, a publicação de alguns opúsculos e o discreto convívio com amigos, divide-se a vida pública e literária deste poeta.
Pessoa marcou profundamente o movimento modernista português, quer pela produção teórica em torno do sensacionismo, quer pelo arrojo vanguardista de algumas das suas poesias, quer ainda pela animação que imprimiu à revista Orpheu (1915). No entanto, quase toda a sua vida decorreu no anonimato. Quando morreu, em 1935, publicara apenas um livro em português, Mensagem (no qual exprime poeticamente a sua visão mítica e nacionalista de Portugal), e deixou a sua famosa arca recheada de milhares de textos inéditos.

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