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Notas De Um Velho Nojento eBook

de Charles Bukowski
Livro eBook
Editor: ALFAGUARA, setembro de 2019 ‧
12,99€
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Ebook para wook reader
Notas de um velho nojento mostra-nos Bukowski como ele é (ou como ele queria que o leitor pensasse que ele era). É certo que os leitores de Bukowski sabem que a sua obra é o seu autor, mas nestes textos autobiográficos, publicados desde 1967 no jornal Open City, temos um Bukowski ainda mais inteiro, menos filtrado, mais visceral. Quase sempre bêbedo, quase sempre falido, quase sempre à procura de uma mulher, Bukowski calcorreia as ruas da América pobre e marginalizada, habitada por figuras como John Kerouac, William Burroughs e um sem fim de personagens à deriva.

Apontamentos crus e honestos que deixam o leitor à beira do desespero. Retratos implacáveis da outra cara do sonho americano. Instantâneos de uma vida desregrada e desolada, que sublinham a beleza e fragilidade do que andamos aqui a fazer.

É difícil sair desta leitura intocado. E quase impossível, se gostamos de Bukowski, não ficar a gostar ainda mais deste "velho nojento".

Notas De Um Velho Nojento

de Charles Bukowski

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896658946
Editor: ALFAGUARA
Data de Lançamento: setembro de 2019
Idioma: Português
Páginas: 304
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789896658946
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

Genial

André Lamas Leite

Um dos melhores escritores do século passado, amiúde esquecido, naquele que é, porventura, o seu melhor romance, onde a escrita hiperrealista surge como um murro no estômago a cada palavra, por tratar de um tema tão necessário quanto tabu: a velhice e o desejo sexual nessa fase da vida.

Genial

André Lamas Leite

Talvez o mais genial dos livros deste que foi um dos grandes autores do século passado, escrevendo com um hiperrealismo que surpreende o leitor a cada palavra, como se desferisse um poderoso murro no estômago e, ainda por cima, abordando a velhice, esse tema tabu das sociedades hodiernas.

Entretido

Miguel

Para quem nunca leu Bukowski este livro foi um “a breath of fresh air” recomendo. Livro muito fácil de ler e divertido perfeito para o verão.

Notas divinais

Ana

A sua escrita é inconfundível. Se o leitor pegar no livro sem saber quem é o autor, facilmente descobre que é Bukowski que está por trás das brilhantes passagens lidas. Quem já estiver habituado com a ironia e frieza características deste escritor, certamente deverá adorar esta obra. Até agora, este é provavelmente o meu livro de eleição de Bukowski.

Com muita ironia

António Rodrigues

É através destas pequenas crónicas que Bukowski consegue ser um critico ainda mais acutilante. Sem temer ferir suscetibilidades no processo, ele dispara em várias direções, fazendo uso da ironia a que já nos habituou.

Um Homem de Gelo

Afonso Oliveira Fachada

Notas carregadas de embriaguez e de um horror geral pelo verdadeiro lado do "American Dream "

Por muito que possa doer

ABP

Bukowski é como um deus que teve o bom gosto e a sensatez de desistir de o ser. Passo a passo, a caminho do espelho da mais ácida e bem humorada autocrítica, é de toda a humanidade que se ri quando se ri de si mesmo. Uma escrita parecida com a honestidade (por muito que possa doer). Somos todos este “velho nojento”. Não somos todos capazes de encarar o espelho desta forma.

Não sei o que dizer.

Pedro da Índia

O que dizer de mais um livro de Bukowski. Quando se lêem textos sobre Bukowski é muito normal dizerem que este ou aquele é o melhor livro dele. E é verdade. É sempre essa a sensação que temos. Quem nunca o leu que escolha um livro qualquer dele. Quem já o leu que escolha um livro qualquer dele. Quem comprar este livro que começe por o abrir na página 265 para ler a história dele com a Miriam.

Interessante, por vezes empolgante

Galina Filipovici

Bastante bom!

SOBRE O AUTOR

Charles Bukowski

Charles Bukowski nasceu na Alemanha, em 1920, mas cresceu em Los Angeles, onde viveu durante cinquenta anos. Publicou o seu primeiro conto em 1944, quando tinha vinte e quatro anos, e começou a escrever poesia com trinta e cinco anos. Morreu em 1994, aos setenta e três anos, pouco tempo depois de completar o seu último romance, Pulp. Viu publicados mais de quarenta e cinco livros de prosa e poesia, incluindo os romances Post Office (1971), Factotum (1975), Women (1978), Ham on Rye (1982), Hollywood (1989) e Pulp (1994). É um dos autores americanos contemporâneos mais conhecidos a nível mundial e, possivelmente, o poeta americano mais influente e imitado de sempre.

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