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Maina Mendes eBook

de Maria Velho da Costa
Livro eBook
Editor: Assírio & Alvim, setembro de 2022 ‧
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Maina Mendes é uma mulher silenciada num mundo de homens e dos homens, que cedo percebe na sua condição imposta uma forma de a metamorfosear a seu favor: do silêncio faz a sua resignada mudez. Publicado em 1969, este é o primeiro romance de Maria Velho da Costa, um livro que mudaria para sempre as letras portuguesas pela sua força inaugural, o seu modo de dizer novo e experimental, embora filho de um legado literário prístino (Maina Mendes bem poderia ser menina e moça levada de casa de seus pais para muito longe), um exemplo máximo desta grande escritora.

Maina Mendes

de Maria Velho da Costa

Propriedade Descrição
ISBN: 978-972-37-2254-3
Editor: Assírio & Alvim
Data de Lançamento: setembro de 2022
Idioma: Português
Páginas: 256
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Coleção: A Phala
Classificação Temática: eBooks em Português > Literatura > Romance
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

Genial

Ricardo

Um livro genial de uma autora tristemente ignorada da literatura portuguesa. A personagem Maina é uma das personagens mais poderosas da literatura portuguesa. Obra-prima obrigatória!

Obra incontornável

JB

Introspectivo e experimental, neste romance o génio de Maria Velho da Costa explora as transformações da alma e os silêncios da condição humana. É uma das obras incontornáveis da autora e da literatura portuguesa.

SOBRE O AUTOR

Maria Velho da Costa

Nascida a 26 de junho de 1938, em Lisboa, Maria Velho da Costa licenciou-se em Filologia Germânica pela Universidade de Lisboa e obteve o curso de Grupo-Análise da Sociedade Portuguesa de Neurologia e Psiquiatria. Ficcionista, ensaísta e dramaturga, é coautora, com Maria Isabel Barreno e Maria Teresa Horta, de Novas Cartas Portuguesas (1972), um livro que se tornou um marco no nosso país pela abordagem da situação das mulheres nas sociedades contemporâneas e que viria a ser apreendido pela polícia política do antigo regime pelo seu «conteúdo insanavelmente pornográfico e atentatório da moral pública». A sua escrita situa-se numa linha de experimentalismo linguístico que viria a renovar a literatura portuguesa. Entre outras obras, destacamos O Lugar Comum (1966), Maina Mendes (1969) e Casas Pardas (1977), Prémio Cidade de Lisboa, Lúcialima (1983), Prémio D. Dinis da Fundação da Casa de Mateus, Missa in Albis (1988), Prémio de Ficção do PEN Clube, Dores (1994), um volume de contos em colaboração com Teresa Dias Coelho, ao qual foi atribuído o Prémio da Crítica da Associação Internacional dos Críticos Literários e o Prémio do Conto Camilo Castelo Branco, e Myra (2008), Prémio Correntes d’Escritas. Em 1997, foi-lhe atribuído o Prémio Vergílio Ferreira da Universidade de Évora, pelo conjunto da sua obra, que se encontra traduzida em várias línguas. Em 2002 foi distinguida com o Prémio Camões, cujo júri lhe elogiou «a inovação no domínio da construção romanesca, no experimentalismo e na interrogação do poder fundador da fala». O Prémio Vida Literária, da APE, foi-lhe entregue em 2013, dois anos depois de ser feita Grande-Oficial da Ordem da Liberdade. Em 2003 já havia sido feita Grande-Oficial da Ordem do Infante D. Henrique. Faleceu a 23 de maio de 2020, aos 81 anos.

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