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Lúcialima

de Maria Velho da Costa
Livro eBook
Editor: Assírio & Alvim, março de 2023 ‧
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«Achar sob a cadência da alucinação que ouve, a restrição que coagula a voz, os sentidos, na mobilidade luminescente do mercúrio, o espelho móvel, corrosiva a compactez —»

Lúcialima (1983) é um romance onde «ninguém se encontra»: Lúcia, criança cuja cegueira e fala difícil a condicionam a procurar um outro real à sua volta, conversa com o misterioso Éukié. Lima, homem da guerra, vive dentro dos seus pensamentos de modo a escapar ao que o rodeia. No seu estilo inconfundível, experimental, Maria Velho da Costa desafia-nos a desenovelar a trama onírica das muitas personagens desta história, habitada pelos (muito reais) traumas do passado colonial e do 25 de Abril.

Lúcialima

de Maria Velho da Costa

Propriedade Descrição
ISBN: 978-972-37-2255-0
Editor: Assírio & Alvim
Data de Lançamento: março de 2023
Idioma: Português
Dimensões: 147 x 205 x 29 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 436
Tipo de produto: Livro
Coleção: A Phala
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 978972372255010
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

Maria Velho da Costa

Nascida a 26 de junho de 1938, em Lisboa, Maria Velho da Costa licenciou-se em Filologia Germânica pela Universidade de Lisboa e obteve o curso de Grupo-Análise da Sociedade Portuguesa de Neurologia e Psiquiatria. Ficcionista, ensaísta e dramaturga, é coautora, com Maria Isabel Barreno e Maria Teresa Horta, de Novas Cartas Portuguesas (1972), um livro que se tornou um marco no nosso país pela abordagem da situação das mulheres nas sociedades contemporâneas e que viria a ser apreendido pela polícia política do antigo regime pelo seu «conteúdo insanavelmente pornográfico e atentatório da moral pública». A sua escrita situa-se numa linha de experimentalismo linguístico que viria a renovar a literatura portuguesa. Entre outras obras, destacamos O Lugar Comum (1966), Maina Mendes (1969) e Casas Pardas (1977), Prémio Cidade de Lisboa, Lúcialima (1983), Prémio D. Dinis da Fundação da Casa de Mateus, Missa in Albis (1988), Prémio de Ficção do PEN Clube, Dores (1994), um volume de contos em colaboração com Teresa Dias Coelho, ao qual foi atribuído o Prémio da Crítica da Associação Internacional dos Críticos Literários e o Prémio do Conto Camilo Castelo Branco, e Myra (2008), Prémio Correntes d’Escritas. Em 1997, foi-lhe atribuído o Prémio Vergílio Ferreira da Universidade de Évora, pelo conjunto da sua obra, que se encontra traduzida em várias línguas. Em 2002 foi distinguida com o Prémio Camões, cujo júri lhe elogiou «a inovação no domínio da construção romanesca, no experimentalismo e na interrogação do poder fundador da fala». O Prémio Vida Literária, da APE, foi-lhe entregue em 2013, dois anos depois de ser feita Grande-Oficial da Ordem da Liberdade. Em 2003 já havia sido feita Grande-Oficial da Ordem do Infante D. Henrique. Faleceu a 23 de maio de 2020, aos 81 anos.

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