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La Balada De La Cárcel De Reading (Flash Poesía) eBook

de Oscar Wilde
idioma: espanhol
Editor: Random House, outubro de 2017 ‧
2,99€
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DISPONIBILIDADE IMEDIATA
Ebook para wook reader
La colección «Poesía portátil» brinda esta preciosa edición de La balada de la cárcel de Reading, unos de los principales testamentos vitales y literarios de Oscar Wilde que escribió tras una etapa crítica en su vida: su encarcelamiento. A principios de 1895 Oscar Wilde estaba en la cumbre de su carrera y gozaba de un reconocimiento envidiable. Escribía obras de teatro sin pausa y sin demasiado esfuerzo, y se mezclaba con la flor y nata de Londres. Asimismo, mantenía una relación con el joven y ambicioso lord Alfred Douglas, a quien había conocido cuatro años atrás. Pero en mayo de ese mismo año entró en prisión, con su reputación arruinada, para sufrir una condena cuya severidad estaba más allá de su imaginación. Tras ser el protagonista de un escándalo por conducta indecente y soportar la vergüenza de un terrible proceso, Wilde alumbró en la cárcel una obra maestra: La balada de la cárcel de Reading, un maravilloso poema donde el ahorcamiento de un compañero le sirve de excusa para plasmar su aguda visión del mundo carcelario y los sentimientos que le despierta. -------«Y todos los hombres matan lo que aman,que lo oiga todo el mundo,unos lo hacen con una mirada amarga,otros con una palabra zalamera;el cobarde lo hace con un beso,íel valiente con una espada!»-------

La Balada De La Cárcel De Reading (Flash Poesía)

de Oscar Wilde

Propriedade Descrição
ISBN: 9788439733621
Editor: Random House
Data de Lançamento: outubro de 2017
Idioma: Espanhol
Páginas: 72
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Coleção: Flash Poesía
Classificação Temática: eBooks em Espanhol > Literatura > Poesia
EAN: 9788439733621
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Oscar Wilde

Oscar Wilde nasceu a 10 de outubro de 1854. Foi o segundo filho de um casal irlandês residente em Dublin.
Em 1871 recebeu uma bolsa para frequentar o Trinity College de Dublin, onde começou a construir a sua persona, com o culto dos pré-rafaelitas, as roupas de dandy e o desafio às convenções.
É neste período que Wilde conhece as obras de Keats, Flaubert e Pater, embora, como disse mais tarde, já houvesse percorrido mais de metade do caminho quando os encontrou. Três anos depois está a frequentar Estudos Clássicos em Oxford.
É influenciado por dois professores de Belas-Artes, John Ruskin e Walter Pater.
Em 1879 já está a residir em Londres, onde se tornará conhecido pelo brilho das conversas e a frequência dos teatros. Escreve Vera ou os Niilistas, que não chega a ser representada, e em 1881 publica Poems.
Em 1884, casa com Constance Lloyd, uma herdeira inteligente e culta, interessada em literatura infantil e de quem teve dois filhos. A partir de 1886, Wilde assume abertamente a sua homossexualidade.
Colabora com a Pall Mall Gazette, publica O Retrato do Sr. W. H., contos como O Príncipe Feliz, e ataca o realismo no ensaio O Declínio da Mentira.
Em 1891 surge O Retrato de Dorian Gray. O romance celebra o esteticismo, critica os seus riscos e aborda pela primeira vez a homossexualidade na literatura inglesa. No mesmo ano publica A Alma do Homem e o Socialismo.
Em 1892, edita O Leque de Lady Windermere, o seu primeiro êxito teatral. Regressa a Paris, onde conhece Mallarmé, Schwob, e tem longas conversas com André Gide.
Mas Uma Mulher sem Importância faz que até alguns dos mais renitentes lhe reconheçam o talento. E é então, no auge da sua glória, que conhece Lord Alfred Douglas, Bosie para os íntimos, vinte anos mais novo do que ele, de gostos vulgares, caprichoso e manipulador. Em apenas dois anos, Wilde é levado à falência com presentes caros, jantares requintados e viagens.
É o começo do fim. Embora escreva ainda Um Marido Ideal, Uma Tragédia Florentina e A Importância de Ser Earnest, a vida criativa de Wilde começa a estiolar-se.
O autor de O Declínio da Mentira vai deixar-se instrumentalizar pelo seu amante no conflito que o opõe ao pai, John Sholto Douglas, marquês de Queensberry.
Em 1895, por instigação de Alfred, Wilde toma a iniciativa de um processo judicial contra Sholto. Ganha o primeiro processo, de que sai, no entanto, relacionado com «atos de grave indecência». O desfecho de um terceiro julgamento é a sua condenação a dois anos de trabalhos forçados.
É na prisão que escreve De Profundis.
Libertado, abandona imediatamente Inglaterra, adota o nome de Sebastian Melmoth e instala-se num modesto hotel de Paris.
Wilde morreu em novembro de 1900, após dois meses de doença. Diz-se que, tal como Tchékhov, de quem quase tudo o separava, pediu champanhe pouco antes de expirar, comentando: «Estou a morrer acima das minhas possibilidades.»

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