10% de desconto

How To Spot A Fascist eBook

de Umberto Eco
Livro eBook
idioma: inglês
Editor: Random House, agosto de 2020 ‧
5,49€
10% DESCONTO CARTÃO
DISPONIBILIDADE IMEDIATA
Ebook para ADE

We are here to remember what happened and to declare solemnly that ''they'' must never do it again. But who are ''they''?

HOW TO SPOT A FASCIST is a selection of three thought-provoking essays on freedom and fascism, censorship and tolerance - including Eco''s iconic essay ''Ur-Fascism'', which lists the fourteen essential characteristics of fascism, and draws on his own personal experiences growing up in the shadow of Mussolini.

Umberto Eco remains one of the greatest writers and cultural commentators of the last century. In these pertinent pieces, he warns against prejudice and abuses of power and proves a wise and insightful guide for our times.

If we strive to learn from our collective history and come together in challenging times, we can hope for a peaceful and tolerant future.

Freedom and liberation are never-ending tasks. Let this be our motto: ''Do not forget.''

''He brilliantly exposes all that is absurd and paradoxical in contemporary behaviour. Eco''s irony is disarming, his cleverness dazzling'' Guardian

How To Spot A Fascist

de Umberto Eco

Propriedade Descrição
ISBN: 9781473585485
Editor: Random House
Data de Lançamento: agosto de 2020
Idioma: Inglês
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Inglês > Literatura > Ensaios
eBooks em Inglês > Dicionários e Enciclopédias > Enciclopédias
EAN: 9781473585485
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

Actualíssimo

S.P.

Li este conjunto de artigos de eco em inglês, nele se encontra o famoso Ur-Fascism. O fascismo é nele mais do que um regime histórico bem demarcado no tempo, mas um conjunto de premissas e acções que se repetem e que podemos identificar. Faz-nos muita falta neste momento.

SOBRE O AUTOR

Umberto Eco

Escritor e homem de letras italiano, Umberto Eco nasceu a 5 de janeiro de 1932 em Alessandria (Piemonte) e morreu a 19 de fevereiro de 2016. Pouco se sabe sobre as suas origens e a sua infância, salvo que revelou extrema precocidade ao doutorar-se pela Universidade de Turim com apenas vinte e dois anos de idade, em 1954, apresentando para o efeito uma tese consagrada ao pensamento filosófico de São Tomás de Aquino "O Problema Estético em S. Tomás de Aquino".
Entre 1954 e 1959 desempenhou as funções de editor cultural na famosa cadeia de televisão estatal italiana RAI, lecionando também nessa altura nas universidades de Turim, Milão e Florença e no Instituto Politécnico de Milão. Com apenas trinta e nove anos de idade foi nomeado professor catedrático de Semiótica pela Universidade de Bolonha, a mais conceituada do seu país.
Começou a escrever nos finais da década de 50, contribuindo para diversas publicações periódicas com uma série de artigos que seriam reunidos em volumes como "Diario Minimo" (1963, Diário Mínimo), "Il Costume di Casa" (1973), "Dalla Periferia Dell'Impero" (1977) e "Il Secondo Diario Minimo" (1992). O seu início de atividade ficou também marcado por obras como "Opera Aperta" (1962) e "Apocalittici E Integrati" (1964, Apocalípticos e Integrados).
Mantendo uma carreira editorial bastante completa e ativa, Eco não deixou de publicar estudos académicos sobre Estética, Semiótica e Filosofia, dos quais se podem destacar "La Definizione Dell'Arte" (1968), "Le Forme Del Contenuto" (1971), "Trattato Di Semiotica Generale" (1976), "Come Si Fa Una Tesi Di Laurea" (Como Fazer Uma Tese de Doutoramento, 1977) e "Arte E Bellezza Nell'Estetica Medievale" (1986), obra que lhe valeu vários e conceituados prémios literários. Em 1980 publicou o seu primeiro romance, "Il Nome Della Rosa" (O Nome da Rosa), obra que foi imediatamente considerada como um clássico da literatura mundial. Contando as andanças de um monge do século XIV que é chamado a uma abadia beneditina para solucionar um crime, Eco restabelecia a velha contenda entre o mundo material e o espiritual. A obra foi adaptada com sucesso para o cinema em 1986, pela mão do realizador Jean-Jacques Annaud.
Bastante popular, sobretudo nos meios mais eruditos foi o seu segundo romance, "Il Pendolo Di Foucault" (1988, O pêndulo de Foucault), em que Eco contrapunha o hermetismo e a cosmologia aos potenciais da informática e aos perigos do crime organizado.
O público acolheu com mais modéstia "L'Isola Del Giorno Prima" (1995, A Ilha do Dia Antes), romance em que Roberto della Griva, um aristocrata do século XVII, desperta numa embarcação à deriva no Pacífico Sul, e "Baudolino" (2000, Baudolino), obra também pertencente ao género do romance histórico.

(ver mais)

DO MESMO AUTOR