Halloween para todos
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27 de outubro de 2022
O Halloween está no ar, das montras das lojas aos planos dos miúdos e até de alguns graúdos. Vamos animar a noite mais assustadora do ano com histórias arrepiantes? Veja já as nossas sugestões para ler na Noite das Bruxas.
A Árvore de Halloween
Oito rapazes, vestidos com disfarces de Halloween, vão ao encontro do seu amigo Pipkin na casa assombrada deste, fora da cidade. Mas quando lá chegam, em vez de Pipkin, encontram o enorme e cadavérico Sr. Carapace Clavicle Moundshroud. Descobrem que o amigo foi levado por um Something, um estranho ser, numa viagem que pode determinar se ele vive ou morre. O misterioso Moundshroud leva então os rapazes na cauda de um papagaio através do tempo e do espaço, para procurarem, no passado, não apenas o amigo perdido, mas também o significado do Halloween.
Nessa fantástica viagem, os amigos penetram nos túmulos do Antigo Egito e veem as múmias sentadas à mesa para a ceia anual na companhia dos vivos; continuam até às ilhas dos sacerdotes druidas, onde conhecem o terrível Samhain, ceifador das almas; passam pelo tempo em que se queimavam «bruxas» em fogueiras por toda a Europa; participam no Dia de los Muertos, no México… Quando regressam para junto da Árvore de Halloween, carregada de abóboras sorridentes, conhecem já as origens do feriado que celebram.
Em A Árvore de Halloween, Ray Bradbury, um dos mais influentes escritores norte-americanos do século XX e autor de obras icónicas como Fahrenheit 451, explora de forma fantasiosa e cativante o papel que o medo da morte, os fantasmas e as assombrações têm desempenhado na formação da civilização. Uma narrativa pensada para animação, que deu origem a um filme encantador.
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Nessa fantástica viagem, os amigos penetram nos túmulos do Antigo Egito e veem as múmias sentadas à mesa para a ceia anual na companhia dos vivos; continuam até às ilhas dos sacerdotes druidas, onde conhecem o terrível Samhain, ceifador das almas; passam pelo tempo em que se queimavam «bruxas» em fogueiras por toda a Europa; participam no Dia de los Muertos, no México… Quando regressam para junto da Árvore de Halloween, carregada de abóboras sorridentes, conhecem já as origens do feriado que celebram.
Em A Árvore de Halloween, Ray Bradbury, um dos mais influentes escritores norte-americanos do século XX e autor de obras icónicas como Fahrenheit 451, explora de forma fantasiosa e cativante o papel que o medo da morte, os fantasmas e as assombrações têm desempenhado na formação da civilização. Uma narrativa pensada para animação, que deu origem a um filme encantador.
A Festa das Bruxas
O que deveria ter sido uma animada festa da Noite das Bruxas para crianças entre os 10 e os 17 anos, acaba em tragédia quando Joyce, uma adolescente que não prima pela simpatia, aparece morta, afogada numa banheira. Apenas algumas horas antes, a jovem tinha contado que testemunhara um assassinato. Como ninguém acreditara nela, saíra de casa, revoltada, para o meio de uma noite de tempestade. Encontrá-la-iam já sem vida, mas dentro de casa. Perante o choque e a falta de explicação para o sucedido, o famoso detetive Hercule Poirot é convocado à mansão onde tudo aconteceu, para encontrar a «presença maligna» que estaria na causa do crime.
Desmascarar um assassino não vai ser fácil para Poirot, pois ninguém na pacata localidade de Woodleigh acredita que a jovem foi mesmo assassinada. Primeiro, o detetive lança-se na tarefa de descobrir se procura um assassino ou um duplo homicida. E une esforços com a escritora de romances policiais Ariadne Oliver para investigar não só pessoas, mas também temas ocultos. Entre a perspicácia de Poirot e a dedução entusiástica de Ariadne, nesta narrativa de mistério Agatha Cristie consegue, como sempre, agarrar o leitor, enquanto o leva por cenários e diálogos que tecem uma teia perfeita até ao fim.
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Desmascarar um assassino não vai ser fácil para Poirot, pois ninguém na pacata localidade de Woodleigh acredita que a jovem foi mesmo assassinada. Primeiro, o detetive lança-se na tarefa de descobrir se procura um assassino ou um duplo homicida. E une esforços com a escritora de romances policiais Ariadne Oliver para investigar não só pessoas, mas também temas ocultos. Entre a perspicácia de Poirot e a dedução entusiástica de Ariadne, nesta narrativa de mistério Agatha Cristie consegue, como sempre, agarrar o leitor, enquanto o leva por cenários e diálogos que tecem uma teia perfeita até ao fim.
O Halloween dos Lápis
Uma história pequena mas muito enternecedora, com a qual os mais pequenos se vão identificar e sonhar. Nesta nova aventura, os amigos lápis, preparadíssimos com os seus disfarces e muito empolgados, saem para a rua na Noite de Halloween. Já só pensam nas guloseimas com que vão encher os seus sacos. Mas, eis que surge uma dúvida: o que vão dizer quando baterem à porta das pessoas a pedir «doce ou travessura»? O lápis roxo esforça-se por ensinar aos outros lápis o que dizer, mas as primeiras tentativas não são o que ele esperava. Mas uma coisa é certa: são muito divertidas!
Lançada mesmo a tempo do Halloween, esta é a terceira história de Drew Daywalt sobre estes lápis adorados pelas crianças, depois dos muito bem acolhidos O Dia em que os Lápis Desistiram e O Dia em que os Lápis Voltaram a Casa. Uma forma maravilhosa de dar vida a estes pequenos objetos que fazem parte do crescimento das crianças.
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Lançada mesmo a tempo do Halloween, esta é a terceira história de Drew Daywalt sobre estes lápis adorados pelas crianças, depois dos muito bem acolhidos O Dia em que os Lápis Desistiram e O Dia em que os Lápis Voltaram a Casa. Uma forma maravilhosa de dar vida a estes pequenos objetos que fazem parte do crescimento das crianças.
Uma Aventura na Noite das Bruxas
Da coleção que acompanha jovens leitores há pelo duas gerações, esta aventura começa num café chamado Mistério que, como o nome deixa adivinhar, é um espaço muito estranho, numa pequena aldeia onde os heróis da série – as gémeas Luísa e Teresa, o Pedro, o Chico, o João e os seus inseparáveis amigos de 4 patas, os cães Faial e Caracol – foram passar um fim de semana. O que era suposto serem dois dias de sossego, depressa se transforma em mais uma «aventura», desenrolada a partir de um enigma que leva a outro, e mais outro… Quando adentram a velha «Casa da Coruja», deparam-se com marcas intrigantes e paredes que ostentam figuras com mais para revelar do que aparentam. Para adensar o clima de medo, os sinos da casa tocam inexplicavelmente no escuro da noite.
Estava lançado o desafio aos 7 corajosos aventureiros e, como sabemos, eles nunca dizem não a uma boa aventura. Para ler de um só trago, com uns docinhos à mão.
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