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Voyage Dans Le Midi De La France

de Stendhal
idioma: francês
Editor: FRANCOIS BOURIN, junho de 2010 ‧
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De son vivant, Stendhal fut l'incarnation de l'homme pressé. Le voyage dans le midi de la France garde un peu de celte hâte avec laquelle il a consumé sa vie. A le lire, on est pris de fourmis dans les jambes, on se sent l'humeur vagabonde. Stendhal arpente le midi de la France en tous sens. Il promène un miroir au bord du chemin, et ses impressions jaillissent comme des feux d'artifice. Dans les moments perdus, en attendant les chevaux de poste, dans les églises, dans les diligences, il griffonne des notes filantes. C'est dans cette alacrité qu'il est le plus vif et le plus percutant. On est à ses côtés à Bordeaux, Toulouse, Moissac, Agen, Dax, Auch, Montpellier, Grasse, Toulon, Cannes, Marseille, Tarascon, Avignon. Partout, on partage ses repas, on respire l'arôme de ses cigares, on arpente les sites en sa compagnie. Par la grâce de sa plume, Stendhal nous fait découvrir autrement ce midi de la France auquel il tenait tant et dont il peint tous les hauts lieux.

Voyage Dans Le Midi De La France

de Stendhal

Propriedade Descrição
ISBN: 9782849411797
Editor: FRANCOIS BOURIN
Data de Lançamento: junho de 2010
Idioma: Francês
Páginas: 245
Tipo de produto: Livro
Coleção: Histoire Courte
Classificação Temática: Livros em Francês > Literatura > Literatura de Viagem
EAN: 9782849411797

SOBRE O AUTOR

Stendhal

Stendhal era apenas um dos vários pseudónimos usados por Henri Beyle, escritor francês nascido no dia 23 de janeiro de 1783, em Grenoble. Tendo ficado órfão de mãe com apenas sete anos, Henri partiu para Paris em 1799 com o pretexto de se matricular na École Polytechnique mas, no fundo, a sua verdadeira intenção era fugir à disciplina paterna para se tornar um famoso dramaturgo. Seria, no entanto, pelos seus romances que Stendhal ficaria conhecido.
Três anos mais tarde, depois de uma passagem pelo exército de Napoleão que o levara até Itália, Stendhal encontra-se de novo em Paris, envolvido em vários projetos literários que nunca chegariam a ser concluídos. Nessa altura, a sua grande ambição era tornar-se um novo Moliére.
No ano de 1806, Henri Beyle foi nomeado comissário militar adjunto na cidade alemã de Brunswick, o que marcou o início de uma carreira que lhe permitiu conhecer a Alemanha, a Áustria e a Rússia.
Com a queda do Império Francês, em 1814, Henri decidiu instalar-se em Milão. A esta mudança para Itália corresponde a afirmação da carreira literária de Stendhal. As suas amizades políticas em Milão não eram bem vistas pelas forças ocupantes austríacas, tendo o escritor regressado a Paris no ano de 1821. Até 1830, a vida de Stendhal em Paris é marcada por uma intensa atividade social e intelectual. O aparecimento do seu "Racine et Shakespeare", em 1823, é considerado um dos primeiros manifestos do Romantismo em França.
Com a monarquia constitucional de Louis-Philippe, resultado da revolução de julho de 1830, Henri é nomeado cônsul no porto de Civitavecchia, nos Estados Papais. Isolado e longe da intensa vida parisiense, Stendhal encontra muitos obstáculos à sua escrita, tendo por isso dedicado o seu tempo a narrações de carácter autobiográfico. Nesta última fase da sua vida, Stendhal produziu alguns dos títulos mais importantes da sua obra. Quando morreu, no dia 23 de março de 1842, Stendhal estava de licença em Paris. Deixou-nos obras magníficas como "O Vermelho e o Negro" e "A Cartuxa de Parma" e uma série de fabulosos contos.

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