Vanina Vanini

de Stendhal
Editor: Assírio & Alvim, outubro de 2002 ‧
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Um conto que é uma pequena obra-prima do autor de "O Vermelho e o Negro". A breve história da belíssima princesa romana Vanina Vanini e da sua trágica paixão por um jovem carbonário. Como refere o autor desta magnífica tradução para o português, António Mega Ferreira, numa breve introdução, " 'Vanina Vanini' é, na sua admirável concisão um pequeno breviário dos temas fundamentais de Stendhal, vertidos numa linguagem rápida e sincopada, subtilmente musical, sem truques nem afectações, sempre apontada ao coração do assunto - seja o assunto uma carta ou um discurso moral, um diálogo entre amantes ou uma manobra de sedução interesseira."

Vanina Vanini

de Stendhal

Propriedade Descrição
ISBN: 978-972-37-0755-7
Editor: Assírio & Alvim
Data de Lançamento: outubro de 2002
Idioma: Português
Dimensões: 113 x 185 x 6 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 64
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789723707557
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

Stendhal

Stendhal era apenas um dos vários pseudónimos usados por Henri Beyle, escritor francês nascido no dia 23 de janeiro de 1783, em Grenoble. Tendo ficado órfão de mãe com apenas sete anos, Henri partiu para Paris em 1799 com o pretexto de se matricular na École Polytechnique mas, no fundo, a sua verdadeira intenção era fugir à disciplina paterna para se tornar um famoso dramaturgo. Seria, no entanto, pelos seus romances que Stendhal ficaria conhecido.
Três anos mais tarde, depois de uma passagem pelo exército de Napoleão que o levara até Itália, Stendhal encontra-se de novo em Paris, envolvido em vários projetos literários que nunca chegariam a ser concluídos. Nessa altura, a sua grande ambição era tornar-se um novo Moliére.
No ano de 1806, Henri Beyle foi nomeado comissário militar adjunto na cidade alemã de Brunswick, o que marcou o início de uma carreira que lhe permitiu conhecer a Alemanha, a Áustria e a Rússia.
Com a queda do Império Francês, em 1814, Henri decidiu instalar-se em Milão. A esta mudança para Itália corresponde a afirmação da carreira literária de Stendhal. As suas amizades políticas em Milão não eram bem vistas pelas forças ocupantes austríacas, tendo o escritor regressado a Paris no ano de 1821. Até 1830, a vida de Stendhal em Paris é marcada por uma intensa atividade social e intelectual. O aparecimento do seu "Racine et Shakespeare", em 1823, é considerado um dos primeiros manifestos do Romantismo em França.
Com a monarquia constitucional de Louis-Philippe, resultado da revolução de julho de 1830, Henri é nomeado cônsul no porto de Civitavecchia, nos Estados Papais. Isolado e longe da intensa vida parisiense, Stendhal encontra muitos obstáculos à sua escrita, tendo por isso dedicado o seu tempo a narrações de carácter autobiográfico. Nesta última fase da sua vida, Stendhal produziu alguns dos títulos mais importantes da sua obra. Quando morreu, no dia 23 de março de 1842, Stendhal estava de licença em Paris. Deixou-nos obras magníficas como "O Vermelho e o Negro" e "A Cartuxa de Parma" e uma série de fabulosos contos.

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