Uma Vez Que Tudo Se Perdeu

de Pedro Mexia
Editor: Tinta da China, novembro de 2015 ‧
12,00€
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A primeira colectânea de poemas originais de Pedro Mexia desde 2007.

Uma Vez Que Tudo Se Perdeu

de Pedro Mexia

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896712877
Editor: Tinta da China
Data de Lançamento: novembro de 2015
Idioma: Português
Dimensões: 146 x 199 x 7 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 72
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 9789896712877

Com o "Uma vez que tudo se perdeu" tudo se ganha

Magda Cruz

Com este conjunto de poemas, Pedro Mexia ajuda-nos a reaver sentimentos que julgámos perdidos e a ganhar uns quantos. Não é poesia demasiado pessoal nem com a qual nos identificamos inteiramente - o que é ótimo. O poeta transparece, os poemas encantam, aconchegam, mas também inquietam. Tudo o que se quer está neste pequeno livro. Recomendo a leitura com um molhinho de post-its. Vão querer assinalar os vossos favoritos, ler e reler.

Esperava mais...

Daniel J F Santos

Conhecendo as obras de Pedro Mexia como conheço, confesso que esperava mais deste livro. Ainda assim, nota positiva!

O melhor poeta português contemporâneo

J. Ferreira M.

Este é, sem dúvida, o último livro da melhor poesia portuguesa

Poesia Portuguesa

Marta Lima

O livro de poemas tão aguardado de Pedro Mexia. É um livro melancólico, nostálgico e por isso um livro com o qual é muito fácil o leitor relacionar-se. Fala sobre a infância, num verão, nunca férias, a infância que passa tão rápido como os três meses que a contém. Recomendo vivamente.

SOBRE O AUTOR

Pedro Mexia

Pedro Mexia nasceu em Lisboa, em 1972, crítico e cronista em vários jornais, nomeadamente Diário de Notícias (1998-2007), Público (2007-2011) e Expresso (desde 2011), subdiretor e diretor interino da Cinemateca Portuguesa (2008-2010) e vogal do conselho diretivo da Fundação Centro Cultural de Belém (2016-2023). Escreveu regularmente na revista LER. Participou em diversos projetos das Produções Fictícias, como, por exemplo, É a Cultura, Estúpido (Teatro São Luiz); O Eixo do Mal (SIC Notícias); O Inimigo Público (suplemento do Público); Os Culturistas e O Que Fica do Que Passa (Canal Q). Manteve rubricas de cinema na Rádio Renascença (meados dos anos 1990) e na Antena 3 (2015-2016). Foi coautor, com Inês Meneses, de PBX (2015-2023), um programa da Radar e um podcast do Expresso. Publicou oito coletâneas de poesia entre 1999 e 2021. Editou oito volumes de crónicas e o penúltimo, Lá Fora, venceu o Grande Prémio de Crónica e Dispersos Literários da Associação Portuguesa de Escritores – APE em 2018, editou cinco volumes de diários e a peça Suécia (2023), a convite do Teatro Nacional São João. A 10 de março de 2025, foi agraciado com o grau de Grande-Oficial da Ordem Militar de Sant’Iago da Espada.

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