Andar a Par
Editor:
Tinta da China, junho de 2015 ‧
ver detalhes do produto
10,32€
20% DESCONTO
IMEDIATO
VXpsb2JHNVJiMVZyZFdwUmRtZHdNMFJJYlVoSGRtOW1jMnB4TmpCbldrOTZSMGRUY3l0QlV6Wk9WazFLVVZFdmIyWmljREZRT1VsdFZrTmtlQzlzTlVoSmJtTlBVV3hFZFhnMmRuUjNOWGhsWkhkUk16ZElORVZrTUZnM1NrSlJjMDB5TjFaTEsyaFJNbWQ0V0VWNloxSktWelpGUm1oM2NVbFVZV2c0YTJKc1Z6aExOMHRzZUZZM1dVbERORTFpYXpSc2FURnpLM0JJUW5BNWFrVkNLemxDWlRaSVRsUldhaXRWU1RoTFJWZ3lObGMwUjFkdlMwaGxNakI1ZUVkMVQyVkdOSEZJVG1sbVlWRjRUSHAzTjNkWVQydFNVVXc1UkdSU2NHVlFWRXhoVGxSRlIyMVhTQzk2UVU1aWRGTlZZbWgyZGpGcE4ycFNVVlpyTDBwcWExVkJLMjFVVW5ndlRuUmxVbTg0WVhCNFVITktNWGM1UlN0U1JETlBUekZqVUdSdWFsVlpXRUpMVFRVeFIxcGtlVkZUVDBWWWJtRnpSelZZTWtWMWVuTlJRVXRIWlcxbGVXUm5lVGhUV21kMFVVd3djV000UzNWRWRFODJia05DVVhSWFZYa3ZWMmhrVWxwamExQjNURE5DU2pKVE1qSjJNbTV2TUZVMmNtVTFiSGM0V1dGYWVGQjZiMmhPWmtOc1pYSkpXbkZOVjNkSVZWZHplRU5rVld4dGNXUkROR2h6TUVwSFRHWlJZVVJKVEVOTVdXdE1TMUF5TlVkU1IydEtTRzlZTWpWWFRqUnZka0p5V0M5dGVteFFXVU5aVVd3NFMzZG9PQ3RzVmxob01qWXZRekpxTm5jclMyeHRSSEpEWjFZMVZtcExXWEZ5VEVwcVUzRk5hRWRQU1dkU1kyRm1aMXBzUW5Sd1NqSTBjMGhzTDJGbVlrdDBWM1k0VDBaSFZEUnBSRTVJWmpJNE5GcFRWbGxYYjB0SmRIUmhibk51WWpWbllYazRUR0ZGOjJHcSs2a1I5dXZqV04rek5MS1BrRkE9PQ==
EM STOCK
-
RECOMENDADO PELO PLANO NACIONAL DE LEITURA
SINOPSE
NUMA BELA MANHÃ DE DOMINGO, À HORA
em que as famílias costumavam sair
para o pastoreio, deparo comigo sentado num café
a ler, com grande regalo, umas patranhas
num livro de um obscuro senhor que muito
admiro. Leio que «filhos não te são nada, carne
da tua carne são os poemas». E até começo por ter
simpatia pelo erro de concordância que não há
e deveria haver. Mas logo percebo que verdadeiramente é
crasso o erro escrito, pois posso com toda a intenção juntar
o inverno ao inferno, como faz ele, acrescentar
da minha lavra algo de muito interno,
uns fiapos da alma, por exemplo,
já que tem estado tão alheada, e nada mais
obtenho do que resultado zero, nem filho
nem poema, de novo eu próprio
sou apenas um homem só à mesa de um café
que desata a gritar puta que o pariu.
em que as famílias costumavam sair
para o pastoreio, deparo comigo sentado num café
a ler, com grande regalo, umas patranhas
num livro de um obscuro senhor que muito
admiro. Leio que «filhos não te são nada, carne
da tua carne são os poemas». E até começo por ter
simpatia pelo erro de concordância que não há
e deveria haver. Mas logo percebo que verdadeiramente é
crasso o erro escrito, pois posso com toda a intenção juntar
o inverno ao inferno, como faz ele, acrescentar
da minha lavra algo de muito interno,
uns fiapos da alma, por exemplo,
já que tem estado tão alheada, e nada mais
obtenho do que resultado zero, nem filho
nem poema, de novo eu próprio
sou apenas um homem só à mesa de um café
que desata a gritar puta que o pariu.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789896712631 |
| Editor: | Tinta da China |
| Data de Lançamento: | junho de 2015 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 147 x 200 x 9 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 74 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Poesia
|
| EAN: | 9789896712631 |
QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU
-
10%EquatorialTinta da China14,00€ 10% CARTÃO
-
10%EuropaTinta da China12,90€ 10% CARTÃO