Um Homem sem Pátria

de Kurt Vonnegut
Editor: Narrativa, novembro de 2022 ‧
Um Homem sem Pátria é o olhar hilariante e astuto de Kurt Vonnegut sobre a vida («Se eu morrer - Deus me livre - eu gostaria de ir para o céu para perguntar a alguém responsável lá em cima, "Ei, quais foram as boas e as más notícias?"»), a arte («Praticar qualquer arte, não importa o quão bem ou mal, é uma forma de fazer crescer a sua alma. Por isso, faça-o»), a política («Perguntei ao antigo lançador dos Yankees, Jim Bouton, o que pensava da nossa grande vitória sobre o Iraque e ele respondeu, "Mohammed Ali contra o Sr. Rogers") , e o estado da alma da América de hoje («O que nos aconteceu?»).

Com base em pequenos ensaios e discursos compostos ao longo dos últimos cinco anos e ilustrados com obras de arte do autor, Um Homem sem Pátria revela-nos Vonnegut a falar com indignação, bem como a escrever ternamente aos seus compatriotas americanos, por vezes a brincar, outras vezes sem esperança, sempre numa pesquisa eterna.

Um Homem sem Pátria

de Kurt Vonnegut

Propriedade Descrição
ISBN: 9789898933393
Editor: Narrativa
Data de Lançamento: novembro de 2022
Idioma: Português, Português
Dimensões: 128 x 207 x 10 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 148
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Memórias e Testemunhos
EAN: 9789898933393

SOBRE O AUTOR

Kurt Vonnegut

Kurt Vonnegut (1922-2007) nasceu em Indianápolis, nos Estados Unidos, descendendo de emigrantes alemães que chegaram ao país no século XIX.
Por influência do pai, estudou Bioquímica na Universidade de Cornell, embora tivesse mais interesse nas Humanidades. Alistou-se no Exército em 1943.
Pouco depois do suicídio da mãe, foi enviado para a Europa, combatendo na Batalha das Ardenas.
O seu esquadrão acabou por ser dizimado pelas forças alemãs. Como prisioneiro de guerra, seguiu para Dresden, na Alemanha, onde viveu num matadouro e trabalhou numa fábrica alimentar.
Em 1952 publicou Player piano, o seu romance de estreia.
A crítica sentiu-se desconcertada, desde o começo, perante um escritor que não encaixava nos géneros mais canónicos nem nos estilos mais em voga.

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