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Todos os Caminhos Estão Abertos

de Annemarie Schwarzenbach
Editor: Relógio D'Água, novembro de 2016 ‧
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Todos os Caminhos Estão Abertos é uma seleção de textos que Annemarie Schwarzenbach escreveu sobre uma viagem ao Afeganistão em 1939. Neles reflete-se a magia das paisagens áridas, a sua curiosidade pelos arcaicos hábitos do Oriente e pela vida das mulheres sob o Islão e o desejo de liberdade.

Todos os Caminhos Estão Abertos

de Annemarie Schwarzenbach

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896416614
Editor: Relógio D'Água
Data de Lançamento: novembro de 2016
Idioma: Português
Dimensões: 130 x 199 x 10 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 152
Tipo de produto: Livro
Coleção: Viagens
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Literatura de Viagem
EAN: 9789896416614

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Leonor S.

Narrativa de viagem, de uma aventura que me trouxe terras, lugares com nomes estranhos, desconhecidos, um tempo onde a nossa miséria também está exposta mas que se apresenta nostálgico face a uma realidade actual de guerra e horror. Como refere a autora, há um lado trágico do progresso.

SOBRE O AUTOR

Annemarie Schwarzenbach

Annemarie Schwarzenbach nasceu em Zurique, em 1908, numa família próspera e aristocrática. Cresceu numa propriedade rural, regularmente visitada pela elite cultural da época. Estudou História na Sorbonne. Viveu em Berlim, cidade das artes de vanguarda, e foi aqui que se envolveu com o mundo artístico da literatura, do cinema e da música. Foi também em Berlim que encontrou espaço para exprimir a sua identidade homossexual.
Ativamente empenhada contra o nazismo, concebeu uma revista anti-fascista, dirigida por Klaus Mann, para a qual contribuíram alguns dos mais brilhantes pensadores e escritores da época: Hemingway, Einstein, Brecht, Cocteau.
Foi depois deste período que Schwarzenbach se lançou às grandes viagens de muitos meses, nomeadamente ao Médio Oriente, em expedições arqueológicas: Turquia, Damasco, Jerusalém, Bagdade, Teerão. Em 1935, após uma desintoxicação de morfina e de uma tentativa de suicídio, casou-se com um diplomata francês. Entre 1936 e 1937 viajou pelos Estados Unidos, país ainda imerso na Grande Depressão, onde fez várias reportagens fotográficas. Travou conhecimento com Carson McCullers, que viria a dedicar-lhe um romance. Voltaria de novo ao Oriente: Afeganistão, Índia. Passou por Lisboa, onde conheceu António Ferro.
Ao longo de todos estes anos publicou diversos livros e artigos, sempre na iminência de escrever a sua grande obra. Fez uma última grande viagem ao Congo belga, antes de morrer tragicamente, com 34 anos, em consequência de uma queda de bicicleta.

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