Terra Sem Mãe

de Ana Marques Gastão
Editor: AAFDL, abril de 2001 ‧
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«A escrita forte, densa, depurada mas cheia de uma ousada e pessoalíssima energia, de Ana Marques Gastão, viola corajosamente os tabus dessa "sociedade secreta" que é a morte, para nos ofertar o discurso nu de uma dor que se não quer nem calada, nem discreta», diz Eugénio Lisboa no prefácio a este livro inspirado pela morte recente da mãe da autora.
in Mil Folhas (Público) em Fevereiro de 2001

Ana Marques Gastão publica "Terra Sem Mãe". Com a experiência da perda da mãe por referente concreto, a autora reconstrói literariamente sentimentos, num percurso elegíaco de depuração da dor.
Rita Taborda Duarte in Mil Folhas (Público) em Maio de 2001

O belo livro de Ana Marques Gastão, "Terra sem Mãe" (...) ousa associar componentes em geral - e por preconceitos - consideradas inassociáveis (...) Dizia o grande escritor americano, Washington Irving, que «a pena que temos dos mortos é a única pena de que recusamos divorciar-nos». O livro de Ana Marques, e que hoje aqui falo, com emoção contida, é o testemunho eloquente, dilacerante e belo dessa intemporal recusa.
Eugénio Lisboa in JL em Maio de 2001

Belíssimo livro este de Ana Marques Gastão, com a morte da mãe como (pre) texto, como no prefácio Eugénio Lisboa refere. Um livro de dor (...) A autora, com este requiem, confirma (...) a singular qualidade da sua poesia.
in JL em Fevereiro de 2001

É um livro breve e intenso, uma "Baster Land" de natureza privada.
Pedro Mexia in DNa em Janeiro de 2002

Terra Sem Mãe

de Ana Marques Gastão

Propriedade Descrição
ISBN: 9789727920150
Editor: AAFDL
Data de Lançamento: abril de 2001
Idioma: Português
Dimensões: 130 x 210 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 56
Tipo de produto: Livro
Coleção: Poesia
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 9789727920150
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

Ana Marques Gastão

Ana Marques Gastão é poeta, ficcionista, crítica literária, ensaísta, e coordena, desde 2009, a revista Colóquio-Letras da Fundação Calouste Gulbenkian. Escreveu Tempo de Morrer, Tempo para Viver (1998), Terra sem Mãe (2000), Três Vezes Deus, em co-autoria com António Rego Chaves e Armando Silva Carvalho (2001), Nocturnos (2002), Nós/Nudos – 25 poemas sobre obras de Paula Rego (Prémio Pen Clube, Lisboa, 2004; Noeuds é o título da edição francesa, 2007), Lápis Mínimo (2008), Adornos (2011), L de Lisboa (2015), O Olho e a Mão com Sérgio Nazar David (Rio de Janeiro, 2018) e Oníricas (2023). A Mulher sem Pálpebras (ficção)foi publicado, em 2021, e recebeu o Prémio da Sociedade Portuguesa de Autores-Literatura para a Melhor Ficção Narrativa. É autora da antologia A Definição da Noite (São Paulo, 2003), de As Palavras Fracturadas (ensaios, 2013) e de Ana Hatherly Plurinímica e outros ensaios (2024). Tem poemas seus traduzidos em várias línguas. Organizou o livro de entrevistas O Falar dos Poetas (2011) e editou o volume de ensaios póstumo de Ana Hatherly, Esperança e Desejo – Aspectos do Pensamento Utópico Barroco (2016), bem como Tisanas, da mesma autora (edição e posfácio, 2024). Advogada, foi jornalista cultural, durante mais de 20 anos, no Diário Popular e no Diário de Notícias. É consultora da cátedra Ana Hatherly da Universidade da Califórnia, Berkeley.

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