Sonetos

de Gregório Duvivier
Editor: Tinta da China, outubro de 2017 ‧
9,90€
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Gregorio Duvivier: do humor à poesia Poemas inéditos, e satíricos, de um dos criadores do fenómeno Porta dos Fundos. «Humor com poesia é fundamental. Poesia com humor é maravilhoso.» — Gregorio Duvivier Na senda de uma nobre tradição da poesia em língua portuguesa, o humorista Gregorio Duvivier apresenta Sonetos inéditos, que serão publicados em Portugal antes mesmo de chegarem ao Brasil. Depois de o verem nos sketches da Porta dos Fundos, os portugueses podem agora conhecer esta nova faceta de Duvivier, que faz poesia sem abandonar o humor — e que até já publicou dois livros de poesia no Brasil, muito elogiados pela crítica.

Sonetos

de Gregório Duvivier

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896714024
Editor: Tinta da China
Data de Lançamento: outubro de 2017
Idioma: Português
Dimensões: 117 x 171 x 6 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 72
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 9789896714024

Um pequeno livro cheio de humor

Ana Isabel

De leitura simples e rápida. Alguns poemas são muito divertidos e vão diretamente ao fundo da questão analisada :-), outros são menos interessantes.

Brilhante.

Cláudio Nogueira

Uma leitura rápida porém cheia de conteúdo. Absolutamente genial.

Ar fresco na libertinagem vulgar

João Viana.

Ouvi uma conversa na Antena 2 (creio que na "Ronda da noite") entre o Gregorio Duvivier e o Ricardo Araújo Pereira. Foi uma festa; e foram lidos alguns sonetos deste livro. Os decassílabos, um tanto forçados, resultam melhor lidos em voz alta com sotaque brasileiro...

Poesia com piada

Catherine Rodrigues

Deu para rir com alguns poemas, gostei.

SOBRE O AUTOR

Gregório Duvivier

Gregório Duvivier (Rio de Janeiro, 1986) é ator, poeta, torce pelo Fluminense e criou, juntamente com amigos, a Porta dos Fundos. Vive no Rio de Janeiro e escreve para a Folha de São Paulo. Tentou escrever para a Folha do Rio de Janeiro, mas ela não existe. Deformou-se em Letras na PUC-Rio, e com as letras que aprendeu criou palavras, como por exemplo a palavra «Pilanco», que quer dizer «Pancebo», que não quer dizer nada. Caviar É Uma Ova é o quarto livro que publica, e o terceiro livro que lê.

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